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Governo cria comissão para analisar trabalho da comissão destinada a estudar grupos de trabalho originados pela necessidade de investigar eventual excesso de comissões e grupos de trabalho que examinam coisas

28 outubro, 2011

Simplificação da máquina do Estado continua em marcha.

Depois de constituir, entre outros, a Comissão para o Acompanhamento do Programa de Ajuda Externa, o Grupo de Trabalho Sobre o Serviço Público de Comunicação Social, o Grupo de Trabalho Para a Resolução dos Problemas da Produção de Vinho, a Comissão Mista para o Turismo e a Cultura, o Grupo de Trabalho Para a Avaliação da Atividade e Eventual Profissionalização dos Árbitros, o Grupo de Trabalho Sobre Política de Internacionalização e Desenvolvimento da Economia, a Comissão para a Avaliação da Rede de Urgências e a Comissão para o Programa do Medicamento Hospitalar, o Governo anunciou hoje a criação da Comissão para o Acompanhamento e Avaliação do Trabalho Levado a Cabo pela Comissão para o Estudo dos Grupos de Trabalho Originados pela Necessidade de Investigar e Avaliar o Eventual ou Possível Excesso de Comissões e Grupos de Trabalho Que Examinam Coisas nos Mais Diversos Setores e Sob Variados Prismas. Foi ainda comunicado que o trabalho desta comissão será tutelado pelo Grupo de Trabalho para a Aplicação das Melhores e Mais Avançadas Práticas de Racionalização de Recursos Físicos Humanos Financeiros e Outros de que Agora Não nos Lembramos no Setor Público.
Apesar desta medida, anunciada pelo ministro dos Assuntos Parlamentares, foi o próprio Miguel Relvas a reconhecer que ela poderá ser insuficiente. «Temos noção de que foram deixados de fora as taks forces, os grupos de estudo e as comissões eventuais. Por isso mesmo, estamos a preparar o diploma que permitirá a criação do Grupo de Missão Para o Acompanhamento das Variadas Estruturas Cujo Trabalho Não Seja Ainda Avaliado por Comissões ou por Grupos de Trabalho», adiantou o responsável político, em exclusivo para o Jornal do Fundinho.
A criação da comissão hoje anunciada levará à extinção da Comissão para o Apuramento de Situações Diversas em Todos os Setores Desde que Não Envolvam Falcatruas Perpetradas por José Sócrates ou Algum Seu Familiar, criada durante o anterior Governo do PS. No entanto, para que tal seja possível, Miguel Relvas explicou que terá de ser primeiro nomeada a Comissão Liquidatária de Comissões e Grupos de Trabalho Criados Por Governos Liderados por Primeiros-Ministros com Licenciaturas Duvidosas.

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Castro Castanheira | 0 comentário(s) |

Inspeção da ASAE encerrou turbante de Chackall

27 outubro, 2011

Operação de larga escala pode deixar travo amargo na boca dos chefs portugueses.

Uma equipa de inspetores da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) encerrou hoje o turbante do chef Chackall, após uma ação de fiscalização. Entre as diversas irregularidades detetadas, aquela que foi considerada pelos agentes como a mais grave acabou por ser a confeção de pratos banalíssimos disfarçados de alta cozinha com recurso ao aspeto excêntrico do cozinheiro, ao azul profundo dos seus olhos e a uma utilização peculiar do dialeto galaico-português. O subterfúgio tinha particular sucesso entre as clientes do sexo feminino e as outras, do sexo masculino.
O conhecido chef contestou já o encerramento do turbante e garantiu que vai fazer tudo o que estiver ao seu alcance para que ele seja reaberto o mais depressa possível. «Como é que eu posso cozinhar sem o meu ingrediente secreto? Isto não pode acontecer! Ninguém vai acreditar que a minha cozinha é de elevada qualidade se eu me apresentar com um banalíssimo chapéu de cozinheiro! Ainda acabam mesmo a provar os pratos!», queixou-se Chackall, em exclusivo para o Jornal do Fundinho, referindo ainda que «as minhas criações afrodisíacas, se eu não as apresentar com o meu turbante, tornam-se tão sensuais como um prato de carapaus em escabeche».

Chackall quer poder reabrir o turbante [foto E. Calhau]

A ação hoje levada a cabo pela ASAE faz parte de uma operação de grande escala com enfoque nos maiores chefs e restaurantes portugueses, sendo possível que os encerramentos venham a suceder-se. Para já, e além do turbante de Chackall, foram também já interditados a pera de Henrique Sá Pessoa, o nome estrangeiro de Olivier e o trem de cozinha Ideia Casa de Filipa Vacondeus.
Depois de uma série de iniciativas mediáticas nos últimos anos, a ASAE ficou conhecida pelo seu apetite voraz, o que pode indiciar que, desta vez, o caldo está mesmo entornado numa atividade já de si muitas vezes apimentada pela rivalidade entre chefs. Certo é que a missão desta entidade não será seguramente uma pera doce, dado que os protagonistas do setor se confessam enjoados com toda a situação e muitos garantem mesmo já lhes ter chegado a mostarda ao nariz. E a situação só não ficará mais azeda porque se nos esgotaram as referências culinárias.

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Arnaldo Midões | 1 comentário(s) |

Pai Natal ameaça processar Portugal por incumprimento de contrato

18 outubro, 2011

Outros processos contra o Estado também em perspetiva.

São Nicolau avisou hoje o primeiro-ministro Pedro Passos Coelho de que processará Portugal caso venha a confirmar-se que os funcionários públicos não receberão o subsídio de Natal em 2012 e 2013. «Tínhamos um contrato assinado para a organização da quadra natalícia em Portugal, à semelhança de acordos que tenho com muitos países no mundo, não podem agora fazer-me uma destas... Eu tive as minhas despesas, como o papel de embrulho e a ração para rena voadora, não esperem que eu faça de conta que está tudo bem», declarou o santo, em exclusivo para o Jornal do Fundinho, ameaçando que «se não cumprirem o contrato, espeto-vos com um processo que vos deixo nas lonas... ah, já estão nas lonas...»
A figura religiosa, que é CEO da empresa que explora o franchising Pai Natal desde a sua criação, confessou-se «estupefacto» com a medida prevista no Orçamento do Estado para o próximo ano e garantiu que, ao contrário do Governo português, agiu sempre de boa-fé: «Concorri ao concurso público internacional como os outros, apresentei uma proposta que foi considerada a melhor e agora é isto». Mas além do lamento, São Nicolau lança ainda suspeitas sobre o verdadeiro objetivo da retenção do subsídio de Natal, fazendo notar que «o segundo classificado no concurso, o Menino Jesus, ficou muito chateado por não ter a exploração exclusiva do Natal, e a verdade é que agora isto acontece na precisa altura em que o CDS chega ao poder...»

Passos pondera como lidar com o problema Pai Natal [foto E. Calhau]

Alertado para a possibilidade de ter de enfrentar um processo judicial com consequências catastróficas, Passos Coelho começou já a preparar uma estratégia que o possa evitar. As duas hipóteses preferidas no seio do Conselho de Ministros são, até ao momento, adormecer São Nicolau, convidando-o para uma reunião com o ministro das Finanças, ou fazer-lhe o mesmo que o Governo fez à classe média e dar-lhe um tiro nos cornos.
Mas as preocupações não se ficam por aqui para o primeiro-ministro, uma vez que o Pai Natal poderá não ser a única grande marca a processar o Estado português caso se confirme o cancelamento da quadra. O Continente anunciou já que pedirá uma compensação pelas verbas que já despendeu em publicidade para a sua campanha de 50% de desconto em cartão na compra de brinquedos, enquanto a Fábrica de Meias Baiona fará o mesmo como forma de amenizar a previsível quebra de receitas provocada pelo desinvestimento por parte das tias que são funcionárias públicas e das avós que são pensionistas na compra de meias para oferecer no Natal.

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Eufémia Saraiva | 0 comentário(s) |

Magoado com insultos no Facebook, Passos muda OE e diz aos portugueses «I don’t want your money, honey, I want your love»

14 outubro, 2011

Nova proposta vai ser enviada para todos os partidos, com muito amor.

Depois de ter visto a sua página na rede social Facebook inundada de insultos, após o anúncio de novas medidas de austeridade, Pedro Passos Coelho sentiu-se muito magoado e decidiu rever todo o Orçamento do Estado para 2012. «Fiquei mesmo machucado... Eu quero que as pessoas gostem de mim como gostavam antes. Por isso, portugueses, esqueçam os cortes e os impostos, vamos todos ser amigos outra vez», afirmou o primeiro-ministro, em exclusivo para o Jornal do Fundinho, antes de começar a trautear, na sua inconfundível voz de barítono, «I don’t want your money, honey, I want your love... I want your love, I want yout lo-o-o-ove!»
Passos Coelho anunciou, de seguida, que todas as medidas gravosas previstas para o Orçamento do Estado do próximo ano irão ser substituídas por novas soluções, que lançarão Portugal num inexorável caminho de felicidade, carinho e amizade. «O IVA da restauração já não vai aumentar: o único valor acrescentado de que eu quero ouvir falar é o do amor. E os subsídios de Natal e de férias já não serão cortados, pelo contrário, vamos até criar o subsídio de São Valentim», explicou, acrescentando ainda que «o horário de trabalho não vai ser aumentado em meia hora por dia, vai antes passar a ser de meia hora por dia, que é para podermos todos dedicar o nosso tempo livre a amar».
A nova proposta de Orçamento do Estado deve ser entregue ainda hoje aos partidos com assento parlamentar, juntamente com um ramo de flores que será acompanhado de um cartão escrito pelo próprio líder do Governo. Neste, poderá ler-se a frase «Não podemos todos dar-nos bem? Queria mesmo que fossemos todos amigos. Fazem-me um like no Facebook, fazem?»

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Castro Castanheira | 0 comentário(s) |

Vítor Gaspar diz que Passos Coelho o obrigou a participar em reuniões de elaboração do Orçamento do Estado em que também participava José Castelo Branco

13 outubro, 2011

Ministro garante que foi apenas um acessório orçamental nas mãos do primeiro-ministro e da coisa.

Foi durante a reunião do Conselho de Ministros – que ainda decorre neste momento – em que será aprovado o Orçamento do Estado para 2012, que o ministro das Finanças acusou o primeiro-ministro de o ter obrigado a estar presente em reuniões de preparação do documento nas quais participaram, entre outros, José Castelo Branco e a sua mulher, Betty Grafstein. Vítor Gaspar chegou mesmo a acusar Pedro Passos Coelho de o ter tratado como um «escravo orçamental» e de ameaçar que «matava os meus secretários de Estado» se não participasse nas conversações, garantindo ainda que Castelo Branco sabia que ele estava a ser coagido.
Em sua defesa, Passos Coelho exibiu aos membros do seu Governo um vídeo em que o socialite surge a manter conversas com ele e Gaspar, para tentar provar que não forçou o titular da pasta das Finanças a nada. Quem também negou toda a situação foi o próprio Castelo Branco. Em declarações exclusivas ao Jornal do Fundinho, a coisa garantiu: «Sou a pessoa mais pudica do mundo... tirando o facto de ser uma grande porca! Se eu fosse participar em reuniões secretas, seriam grande orgias sexuais e não encontros em que quem está a ser fornicado nem sequer está presente».

Gaspar, Castelo Branco e Passos reunidos [foto E. Calhau]

No entanto, existem fortes indícios de que existiram mesmo reuniões secretas para preparar a elaboração do Orçamento do Estado para o próximo ano e que José Castelo Branco era um dos envolvidos. Entre esses indícios, estão a presença no documento, que ainda hoje será aprovado, de uma redução para 5% do IVA nos acessórios Chanel, da criação de uma senha social para a aquisição de cosméticos Yves Saint-Laurent pelos mais necessitados e da distribuição gratuita de vaselina nos centros de saúde.
Sobre as reuniões em causa, pensa-se que contariam com a presença de banqueiros, empresários, comentadores televisivos, membros de diversas sociedades secretas e pessoas que gostam de banana da Madeira. Como nem todos se conheciam pessoalmente, os participantes tinham em volta do tornozelo a tatuagem de um símbolo de Euro ou, no caso dos participantes mais idosos, um cifrão.

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Castro Castanheira | 0 comentário(s) |

Cada vez mais portugueses levam comida para o trabalho para poupar nas contas e cada vez mais portuguesas são comidas no trabalho para o mesmo efeito

11 outubro, 2011

Situação vai levar a mudanças nos membros do Governo.

Será mais uma consequência da crise, mas o que é certo é que cada vez mais portugueses levam comida para o trabalho, para dessa forma terem mais dinheiro no final do mês. Mas são também cada vez mais as portuguesas que são comidas no trabalho, precisamente com o mesmo objetivo, revela um estudo realizado pela Associação Portuguesa de Gajos à Séria.
«Numa rápida sondagem pelos nossos associados, porque eles estavam a fazer coisas de homem e não tinham tempo para mariquices, pudemos constatar que todos os que são empregadores se têm mostrado muito empenhados em ajudar as suas funcionárias, nomeadamente as que são boazonas», explicou, em exclusivo para o Jornal do Fundinho, o presidente daquela Associação. Manuel Mocho deu mesmo alguns exemplos de medidas que têm vindo a ser tomadas neste âmbito: «Estamos a falar da criação de espaços específicos onde as tipas podem levar a marmita, da disponibilização de fogões para que cada chavala possa dizer orgulhosamente ‘Eu para mim, cozinho’, do aumento das condições de higiene para que as gajas possam lavar o seu bacalhau ou escamar o besugo de algum colega... Já para não dizer que muitas delas têm agora a sua própria bilha garantida pelo patrão!»
Ainda de acordo com a mesma fonte, o aumento exponencial das portuguesas que são comidas no local de trabalho tem não só vindo a preencher abundantemente a conta das funcionárias envolvidas, mas também a aumentar a satisfação no local de trabalho. «Anda toda a gente muito entusiasmada com os chouriços e com os tomates, mas também com os brioches e as rabanadas. De tal forma, que o mercado laboral passou a ter mais referências brejeiras do que uma canção do Quim Barreiros», revelou Mocho.
Em reação a este fenómeno, o primeiro-ministro Pedro Passos Coelho prepara-se para fazer a primeira remodelação no seu Governo. Assim, são esperadas para os próximos dias as tomadas de posse de Rosinha, como ministra do Trabalho, e do seu amor, que gosta que ela leve no pacote porque tem outro sabor, como secretário de Estado do Emprego.

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Arnaldo Midões | 0 comentário(s) |

Cavaco reforça discurso do 5 de Outubro e diz que a alegria da pobreza é esta grande riqueza de dar e ficar contente

08 outubro, 2011

Presidente quer que os portugueses estejam confiantes... e humildes... e simples.

Depois de, no discurso que assinalou o 101.º aniversário da implantação da República, ter instado os portugueses a redescobrirem o «valor republicano da austeridade digna», Cavaco Silva voltou hoje ao tema. «Exorto todos os meus compatriotas a descobrirem a alegria da pobreza, que é esta grande riqueza de dar e ficar contente», afirmou, em rigoroso exclusivo para o Jornal do Fundinho, após acabar a salada de fígado de aves e uvas pretas, regada com um vinho tinto Evel Grande Escolha, que fazia parte da ementa de um jantar de solidariedade da Associação para Esconder os Pobrezinhos e Outras Coisas que Sujam as Ruas.

Cavaco apoiando a austeridade digna [foto E. Calhau]

O Presidente da República lançou ainda um repto para que os portugueses não percam o otimismo: «O que importa é que, no conforto pobrezinho do lar, haja fartura de carinho. É que basta pouco, poucochinho p'ra alegrar uma existência singela: é só amor, pão e vinho e um caldo verde, verdinho, a fumegar na tigela». Cavaco garantiu ainda que estará sempre disponível para receber e ajudar o primeiro-ministro, «desde que ele bata à porta humildemente, pode sempre sentar-se à mesa co’a gente». Questionado sobre se as suas intervenções passariam, a partir de agora, a ser meras expressões populares com um travo aos tempos do salazarismo, o chefe de Estado respondeu «Como assim, a partir de agora?»
Mostrando-se determinado em «dar sinais de grande esperança para quem passa por dificuldades e em acabar este turamisù ao rum que está uma delícia», Cavaco Silva fez questão não terminar as suas declarações sem lembrar outros ideais republicanos que gostava de ver recuperados. «Ainda temos a severidade honrada, o rigor virtuoso, a sobriedade nobre e a penitência casta... Bolas, este último tinha-o guardado para quando conseguisse arranjar maneira de voltar a acabar com essa vergonha do aborto...», referiu.

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Castro Castanheira | 0 comentário(s) |

Igreja diz que todos os atos de falso padre são válidos, incluindo os abusos sexuais a crianças

07 outubro, 2011

Existem sinais que podem ajudar a identificar burlões.

A Igreja Católica esclareceu hoje que são válidos todos os atos religiosos realizados pelo falso padre que, no início desta semana, foi sentenciado a dois anos e meio de prisão. «Vale tudo. Os casamentos, os batizados, os funerais, as sevícias sexuais aos meninos da catequese e as violações aos miúdos que ajudam à missa», afirmou, em exclusivo para o Jornal do Fundinho, Santinho Agosto, porta-voz da Arquidiocese de Braga. Da mesma forma, continuarão a ser bons chefes de família todos os maridos que bateram nas suas mulheres e a quem o falso pároco disse que estavam no seu direito mas que deviam fazê-lo em zonas do corpo que andassem escondidas pela roupa.

Agostinho Caridade garante que é '4 real' [foto E. Calhau]

As autoridades religiosas pediram ainda aos seus fiéis que se mantenham atentos, como forma de evitar casos semelhantes. «Se o padre da vossa paróquia falar sem um distintivo sotaque beirão, desconfiai! Da mesma forma, tomai muita atenção se ele não quiser ficar com todo o dinheiro da festa em honra da santa padroeira sem prestar cavaco à comissão de festas. Estes são dois sinais claros de que são intrujões», exemplificou Santinho Agosto. O nome pode ser também uma pista importante para desmascarar um impostor, acrescentou o porta-voz: «Neste caso, o homem chama-se Agostinho Caridade... Tenham cuidado com outros nomes demasiado católicos, como Salvador Bondoso, Benfeitor da Piedade ou Pirilauzinho Abençoado».
Recorde-se que o indivíduo agora julgado e condenado não compareceu ao julgamento. De facto, deixou de ser visto pouco tempo após a sua detenção, durante a qual garantiu ser legítimo e gravou no seu braço, com uma lâmina de barbear, a frase ‘4 real’.

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Arnaldo Midões | 0 comentário(s) |

Apple anunciou o fim da linha para a aplicação Steve Jobs

06 outubro, 2011

Tentativas de reiniciação não resultaram.

A Apple anunciou que a sua mais bem sucedida aplicação de sempre, conhecida por Steve Jobs, não voltará a ser produzida. Jobs, de seu nome completo Steven Paul Jobs, foi durante décadas o grande trunfo da empresa norte-americana, mas deixará agora de correr em aparelhos como o iPod ou o iPhone.
O cofundador e antigo CEO da multinacional da área tecnológica debatia-se há anos com problemas sérios de compatibilidade, que o obrigaram mesmo, após infrutíferas tentativas de atualização, a ter de reinstalar o pâncreas, em 2009. Apesar destes fatores, Jobs continuou a ter um nível de desempenho claramente acima de aplicações concorrentes entretanto desenvolvidas por empresas rivais.
Responsável pelo aparecimentos de diversos gadgets e serviços que mudaram a forma de vida de milhões de pessoas – como os computadores Macintosh, o leitor de música iPod, o telemóvel iPhone, o tablet iPad ou a loja online iTunes –, Jobs foi esta noite encontrado com o ecrã negro. Apesar de os médicos terem tentado por diversas vezes reiniciá-lo, e mesmo pressionado os botões ‘Sleep’ e ‘Home’ simultaneamente durante dez segundos, o problema revelou-se fatal.

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Lucília Gralha | 0 comentário(s) |

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