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Francisco Sousa Tavares desceu finalmente da guarita no Carmo depois de ouvir filho Miguel dizer que não se devia festejar 25 de Abril

24 abril, 2012

Um Sousa Tavares diz ’25 de Abril sempre’, outro diz ’25 de Abril nunca’.

O conhecido advogado e resistente anti-fascista Francisco Sousa Tavares desceu ontem à noite do topo da guarita no Largo do Carmo, onde estava desde a manhã do dia 25 de abril de 1974, depois de ouvir o seu filho Miguel defender que a data deveria deixar de ser celebrada. Francisco ocupou aquela posição para incitar o povo a aderir à revolução e, apesar de ter morrido em maio de 1993, nunca mais de lá saiu, mas agora parece ter encontrado uma forte razão para o fazer, como explicou, em rigoroso exclusivo, ao Jornal do Fundinho: «Tive mesmo de descer, porque era preciso que alguém desse umas valentes palmadas no rabo do meu filho. Nunca pensei dizer isto, mas se calhar, nestes anos todos, dei-lhe liberdade a mais...»
Francisco Sousa Tavares revelou ainda que, há alguns meses, esteve muito próximo de tomar esta mesma decisão, também por causa do filho mais velho. «Quando o ouvi dizer, após a manifestação do 15 de outubro de 2011, que não é na rua que se consegue mudar o que quer que seja, deu-me logo vontade de lhe mandar um tabefe e perguntar-lhe por que raios é que ele achava que eu estava ali em cima», afirmou o antigo deputado, mostrando-se ainda arrependido por não ter tomado uma posição nessa altura: «Admito que errei, mas pensei que fosse só um assomo de rebeldia do Miguel, como aquilo de casar com uma militante do CDS... E se nem nessa altura desci da guarita...»
As polémicas declarações de Miguel Sousa Tavares surgiram como reação à decisão da Associação 25 de Abril, com a qual se solidarizaram Mário Soares e Manuel Alegre, de não participar este ano nas comemorações oficiais da ‘revolução dos cravos’. Esta tomada de posição foi criticada por alguns comentadores, que a compararam à birra que as crianças fazem quando levam uma bola de futebol para o recreio e querem mandar em tudo porque a bola é delas. A diferença, claro está, é que se não fossem os ‘capitães de abril’, quem hoje os critica não poderia sequer jogar à bola, porque poderia ter as perninhas todas partidas pela PIDE.

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Carris resolve buraco financeiro com aluguer de autocarro a Mourinho na vitória contra o Barcelona

21 abril, 2012

Sustentabilidade da transportadora celebrada pela administração.

O Real Madrid bateu hoje o Barcelona por 1-2, em pleno Camp Nou, depois de ter estacionado um autocarro da Carris junto à sua área na maior parte do jogo. A estratégia do treinador José Mourinho pode não só ter dado o título de campeão de Espanha ao clube da capital, como também ter resolvido o buraco financeiro da transportador portuguesa, que cobrou pelo aluguer da viatura uma verba a rondar os 700 milhões de Euros.
«Se foi uma quantia exagerada? Meus amigos, eu dei 30 milhões pelo passador do Coentrão, portanto até pagava mil milhões por este autocarro que nem o Messi conseguiu fintá-lo», afirmou Mourinho, no final do encontro, em rigoroso exclusivo para o Jornal do Fundinho. O técnico aproveitou ainda para explicar a sua opção por um veículo português: «Tenho um fraquinho por naturalizados... Já cá tinha o Pepe, que é um português nascido no Brasil, e achei que fazia todo o sentido ter um carro da Carris, que é um português construído e usado durante uns bons anos na Alemanha de Leste... ou pelo menos parece».

Mourinho chama o autocarro em Camp Nou [foto E. Calhau]

A verba milionária paga pelo Real Madrid vai permitir à empresa de transportes coletivos de Lisboa cobrir inteiramente a sua dívida acumulada, abrindo o caminho para uma gestão sustentada e rentável. Para comemorar este facto, a Carris fez já uma encomenda de novos automóveis topo de gama para o seu presidente e restantes administradores, aprovando também um aumento de 25% nos seus ordenados.
De resto, o aluguer da viatura em causa não foi positivo apenas para a transportadora nacional, pois no clube espanhol ninguém ousará colocar em dúvida o papel decisivo que a mesma desempenhou numa vitória que parece ter decidido o campeão. O clássico de hoje, foi, aliás, profundamente marcado pela temática rodoviária: o Real estacionou um autocarro, o Barcelona não teve pernas e foi de carrinho e só faltou um golo de pontapé de bicicleta para a extraordinária sagacidade deste jornalista merecer ainda mais elogios.

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Portugueses concordam com mobilidade sem limites se puderem mandar Passos para a Picha e o resto do Governo para Mata Cabrões

11 abril, 2012

Deslocalizações não são novidade em Portugal.

A proposta de acabar com os limites à mobilidade geográfica dos funcionários públicos, feita pelo Governo no âmbito da negociação do novo Regime de Contrato de Trabalho em Funções Públicas, está a ser bem recebida pelos portugueses, contrariamente ao que seria de esperar. «Concordo que qualquer funcionário do Estado possa ser deslocalizado... desde que isso permita mandar o Passos Coelho para a aldeia beirã da Picha, claro! Bem, não era bem para a Picha que eu o mandava, mas como o Car**** ainda não está, inacreditavelmente, consagrado na toponímia nacional, a Picha lá vai ter de servir», afirma, em exclusivo para o Jornal do Fundinho, António Santos, bate-chapas na Oficina Pistão D’Aço, em Frielas.

Portugueses querem que Passos vá para a Picha [foto E. Calhau]

Como a Lei de Imprensa consagra que qualquer cidadão anónimo, desde que devidamente pitoresco, pode ser considerado porta-voz de todos os portugueses, se assim der na gana de um órgão de comunicação social, é possível concluir que a mobilidade sem limites conta com um largo consenso nacional. António Santos, mais uma vez, confirma: «Sonho com o dia em que todo o Governo será enviado para Mata Cabrões. Ainda ontem, de resto, estava a ver o Gaspar e o Álvaro na televisão e só pensava para mim mesmo: Quem me dera poder matar estes cab... isto é, Quem me dera vê-los ali para os lados de Santo Tirso…»
A criação de um regime de mobilidade geográfica sem acordo do trabalhador, como proposto pelo Governo, poderá provocar uma verdadeira revolução na Função Pública. Não se tratará nunca, no entanto, do maior fluxo de mobilidade já verificado em Portugal, nem sequer dos últimos anos. Recorde-se que, em função das políticas do anterior e do atual Executivos, cerca de cinco milhões de portugueses já foram deslocalizados para Angústias e outros tantos para Monte dos Tesos.

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Eufémia Saraiva | 0 comentário(s) |

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