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Director de Oftalmologia do Santa Maria recusa culpas e diz que cegueira foi provocada por Dr. House

30 julho, 2009

Testes laboratoriais parecem confirmar intervenção do médido do Princeton-Plainsboro.

O director do serviço de Oftalmologia do Hospital de Santa Maria afastou hoje qualquer tipo de responsabilidade dos profissionais que coordena no caso dos seis doentes que, depois de uma pequena intervenção, perderam a visão. «A culpa não foi nossa. A verdade é que entrou aqui o Dr. House e, sem nós sabermos, e com aquela sua mania de que tudo é uma doença estranha que tem de ser tratada de forma revolucionária, trocou os medicamentos a administrar aos pacientes», afirmou Monteiro Grilo, em exclusivo para o Jornal do Fundinho.
O responsável hospitalar explicou que as suspeitas da presença do conhecido médico ficcional no Santa Maria surgiram logo no dia seguinte ao incidente, «quando chegámos à nossa sala de reuniões e vimos uma série de sintomas e termos médicos escritos no quadro, mas como não percebemos a maior parte deles, não ligámos». Ainda de acordo com o director de Oftalmologia, a certeza da intervenção de Gregory House - clínico no Princeton-Plainsboro Teaching Hospital - chegou com os resultados das últimas análises, hoje conhecidos, que revelaram que o medicamento injectado nos doentes não era Avastin mas Vicodin.
Monteiro Grilo adiantou ainda que não considerava necessário esperar pelo parecer do Instituto de Medicina Legal, que está a realizar análises com métodos e técnicas diferentes: «Já telefonei à Dra. Lisa Cuddy, que me confirmou que isto só podia ser coisa daquele grande sacana sarcástico e narcisista. E depois disse que o adorava».

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Arnaldo Midões | 1 comentário(s) |

Pequena Joana 'empurrada' entre família biológica e família adoptiva

27 julho, 2009

Caso Joana Amaral Dias provoca conflito entre PS e Bloco.

A família socialista e a família bloquista continuam a não se entender quanto à tutela da pequena Joana Amaral Dias. Nos últimos dias, o pai adoptivo, José Sócrates, e o pai biológico, Francisco Louçã, discutiram na praça pública o futuro da ex-deputada, mas nenhum dos dois quis assumir qualquer responsabilidade. Desta forma, continua por decidir a regulação do poder eleitoral de Joana.
Às acusações do líder do Bloco de Esquerda de que teria prometido «chupa-chupas e chocolates à Joana se ela quisesse ficar com a família do PS», o primeiro-ministro respondeu com alegações de abandono e maus-tratos: «O Louçã abandonou e desprezou a Joana e agora anda a ver se consegue livrar-se dela de vez, arranjando-lhe uma família adoptiva. Mas nós fomos apenas uma família de acolhimento, e o pai do coração até é o Mário Soares, não sou eu», afirmou Sócrates, em exclusivo para o Jornal do Fundinho.

Pequena Joana entre dois pais [foto E. Calhau]

Joana Amaral Dias encontra-se actualmente institucionalizada, numa estância de férias em Málaga, na Espanha, garantindo os empregados da piscina que se tem mantido «em profundo silêncio e muitíssimo triste», enquanto se desloca de festa para festa. Uma decisão quanto à sua família política poderá, no entanto, estar para breve, podendo até surgir um entendimento entre PS e Bloco de Esquerda. «Isto este ano com tantas eleições fica complicado, e a verdade é que precisamos de meter uma tipa qualquer de três em três lugares», confirma José Sócrates.
O caso Joana Amaral Dias foi despoletado por um alegado interesse dos socialistas em obterem a guarda dos seus votos, depois de os seus progenitores bloquistas supostamente não lhe terem perdoado uma temporada passada com a família adoptiva. A polémica levou a que ambas as famílias rejeitem actualmente assumir a paternidade política da pequena Joana, mas o episódio tem também vindo a colocar em questão parte do edifício da democracia portuguesa, nomeadamente as leis do interesse e do compadrio partidário. No entanto, e para não chatear muito, todos os partidos vão assobiar para o lado e fazer de conta que não se passa nada, até porque os votos continuarão a cair nas urnas.

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Castro Castanheira | 0 comentário(s) |

Boavista readmitido na Liga Sagres se João Loureiro prometer não voltar a cantar

19 julho, 2009

Hipótese tem vindo a suscitar reacções antagónicas.

Hermínio Loureiro anunciou hoje que a Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) decidiu readmitir o Boavista na Liga Sagres, na sequência das declarações do ex-presidente boavisteiro João Loureiro dando conta de que os Ban vão editar um novo disco. «Decidimos em três segundos: se é isso que é necessário para o João Loureiro não voltar a cantar, o Boavista volta imediatamente à Primeira Liga. Caramba, se for preciso até é já declarado penta-campeão!», afirmou o presidente da LPFP, em exclusivo para o Jornal do Fundinho.
A notícia foi recebida com euforia no Estádio do Bessa, não tanto pelo retorno do clube à elite do futebol nacional, mas porque muitas pessoas já não sabiam o que fazer para evitar o regresso dos Ban. Manifestações de júbilo semelhantes ocorreram ainda, de resto, no Estádio do Dragão, na loja Valentim de Carvalho do Shopping Cidade do Porto e na Fnac de Stª. Catarina.
No entanto, João Loureiro não deu ainda nenhuma indicação de que irá aceitar a proposta da LPFP. O presidente do organismo que tutela o futebol profissional em Portugal prefere, por isso mesmo, não entrar para já em euforias: «Num ano em que os Delfins vão parar de tocar, pode ser pedir demasiado esperar que os Ban não o voltem a fazer... Mas vamos ter esperança». Hermínio Loureiro reitera, ainda assim, o seu empenho pessoal na resolução deste problema, por considerar que «é mais doloroso escutar os Ban do que levar em cima com todos os frigoríficos e máquinas de lavar roupa que o Major Valentim ofereceu em todas as suas campanhas eleitorais».
O anúncio da LPFP deu também origem, entretanto, a dois apelos em sentido contrário: a Associação Portuguesa de Fabricantes de Protectores de Ouvidos pediu a João Loureiro que não recue na sua intenção de voltar a cantar, enquanto a Confederação Nacional de Produtores de Pomadas para Hematomas lhe suplicou que não impedisse a subida do Boavista à Liga Sagres.

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Manuel Feijão | 0 comentário(s) |

Presidente do Instituto Português do Sangue garante que nada tem contra os panilas

17 julho, 2009

Responsável apresentou provas científicas irrefutáveis.

O presidente do Instituto Português do Sangue (IPS) negou hoje que os dadores homossexuais homens sejam descriminados. «Não existe nenhuma situação desse tipo, pelo contrário, temos todo o respeito pelos mariconeros», garantiu, em exclusivo para o Jornal do Fundinho, acrescentando que «o que existe é uma selecção, uma separação, entre as pessoas e os panilas».
Gabriel Olim argumenta mesmo que existem provas científicas de que os homossexuais são um grupo com comportamentos de risco: «Não sou eu que o digo, são os factos apurados cientificamente. Tenho em minha posse um estudo levado a cabo pelo meu vizinho Armando Antunes, que é mecânico e um grande especialista em assuntos de macheza, que me garante que os maricas estão mais sujeitos a apanharem a SIDA, nomeadamente derivado a enfiarem coisas onde não devem». O responsável do IPS defende que «se o método científico não serve de defesa à nossa actuação, não sei o que pode servir... ficam já a saber que o Antunes percebe muito destas coisas, que calendários de gajas boas não faltam lá na oficina!»
Olim manifesta-se ainda indignado com as críticas que lhe foram feitas pelo Bloco de Esquerda, Juventude Socialista ou a Associação ILGA Portugal: «Isso são tudo disparates de gente que acha que não há nenhum problema em uma pessoa se sentar nas sanitas das casas de banho públicas frequentadas por larilas». No entanto, o presidente do IPS admite estudar a possibilidade de permitir as dádivas de sangue de homens que tenham abandonado as relações sexuais com outros homens. «É preciso primeiro perceber quanto tempo é necessário que tenha passado desde a última bichanice. Mas desde que se tenha a certeza de que foi o tempo suficiente para que o bicho da paneleirice tenha morrido, acho que é uma possibilidade», referiu Gabriel Olim.

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Arnaldo Midões | 0 comentário(s) |

Administração propõe a jornalistas do Público que apanhem gripe A e se revezem na quarentena

15 julho, 2009

Gestores negam que se estejam a borrifar para os trabalhadores.

A administração do jornal Público enviou esta tarde uma proposta aos trabalhadores alternativa à redução salarial, que passa por estes contraírem no próximo mês e meio a gripe A, de forma alternada, ficando assim em casa de quarentena em grupos de 20 de cada vez. Os salários dos jornalistas e outros funcionários que estivessem afastados do posto de trabalho seriam então pagos durante o tempo de ausência através dos lucros de uma parceria com a TVI, que transmitiria um reality-show que mostraria todos os desenvolvimentos do estado de saúde daquelas pessoas.
Esta hipótese afasta o cenário de despedimento colectivo noticiado durante o dia de hoje, mas nada garante que a proposta venha a ser aceite, como revelou, em exclusivo para o Jornal do Fundinho, José Manuel Fernandes, caixa do Continente de Portimão: «O que eu ouvi dizer, ali na zona dos detergentes para a máquina da louça, é que muitos jornalistas não vão assinar o acordo, porque não sabem escrever, nem sequer o próprio nome...» Outra crítica que se prevê ao documento apresentado pela administração do Público é que o mesmo se limita aos jornalistas que não estão já fechados em casa, como acontece com os correspondentes locais desde que, há cerca de um ano, com a mais recente reestruturação do jornal, passaram a viver nas respectivas salas de estar, em frente ao portátil.
Recorde-se que as vendas do Público desceram 6,7% nos primeiros quatro meses de 2009, face ao mesmo período do ano passado, apesar de o nível de comicidade dos editoriais assinados pelo seu director estar em franco crescimento. Fonte da administração do Público garante que a situação financeira é insustentável, mas que o bem-estar dos trabalhadores preocupa os responsáveis pela gestão, que, por isso, encomendaram já 700 volumes de lenços de papel da marca Continente para distribuir pela redacção.

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Lucília Gralha | 0 comentário(s) |

África enfrenta tragédia humanitária de dimensões inéditas

14 julho, 2009

Professor Neca vai continuar a ser treinador de equipa moçambicana. Bono não tem soluções.

O continente africano volta a enfrentar uma catástrofe de dimensões ainda imprevisíveis, mas, e apesar de habituados a suportarem as maiores dificuldades, os africanos temem como nunca antes pelo seu futuro. A confirmação de que o professor Neca, nome pelo qual é conhecido Manuel Gonçalves Gomes, vai continuar a ser treinador da equipa moçambicana Muçulmana de Maputo deixou um continente inteiro à beira do desespero e outros quatro à beira de um ataque de riso incontrolável.
Até Bono, vocalista da banda rock U2, conhecido pelo seu optimismo, disse já que desta vez se sente impotente para lutar. Questionado sobre se restava aos africanos rezar, o também activista pelo perdão da dívida dos países do Terceiro Mundo e pelo combate contra a SIDA no continente africano declarou, em rigoroso exclusivo para o Jornal do Fundinho: «Se nem eu não posso fazer nada, o que há-de poder fazer Deus?»

Bono em campanha contra Neca [foto E. Calhau]

O professor Neca - o nome mais paradoxal da história do futebol mundial de todos os tempos - chegou a Moçambique no final de 2008, mas a verdadeira gravidade da situação só agora se tornou evidente. «No início deste ano, recebi indicações de amigos meus africanos de que havia uma equipa em Moçambique que colocava 11 jogadores atrás da bola e passava os jogos todos na retranca, mas pensei que bastava escrever uma cançãozita com uma letra vaga e dizer que era sobre o despedimento do professor Neca que ele acabaria por sofrer uma chicotada psicológica», confessa Bono, que continua: «Só que é muito difícil alguém conseguir despedi-lo, porque ele tem aquele ar de pessoa com poucos amigos e sem vida social, e toda a gente acaba por ter pena dele. E é por isso que agora a situação é insustentável em África, porque as imagens dos jogos da Muçulmana de Maputo espalharam-se por todo o continente e agora estamos perante uma pandemia de mau futebol».
A última vez que o continente africano se confrontou com uma situação de tal gravidade foi em 2005, e foi precisamente graças à força da música rock que conseguiu chamar as atenções do mundo e ultrapassar o problema, como recorda o líder dos U2: «O concerto GoalAid foi uma experiência fantástica, mas era um mundo muito menos globalizado aquele que existia nessa altura. Foi por isso que as imagens horríveis do Artur Jorge a treinar a Selecção dos Camarões chocaram tanta gente e tiveram tanto impacto».

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Manuel Feijão | 0 comentário(s) |

Papa adverte católicos sobre os perigos do Verão

13 julho, 2009

Grupo de peregrinos portuenses testemunhou o aviso.

Bento XVI alertou hoje quanto aos perigos que o Verão representa para todos os católicos, apelidando-o mesmo, em declarações exclusivas para o Jornal do Fundinho, de «ferramenta do Anti-Cristo, do Belzebu, do Mafarrico, do Alberto João!» O Papa fez o seu alerta aquando da recepção a um grupo de cristãos do Porto, que o esperavam envergando um boné com uma fotografia de Jorge Nuno Pinto da Costa e da sua ex-companheira (com a inscrição ‘Recordação do Calor da Noite’) e aos gritos de «Bento, bento… Está um bento do carago!»
Na mira do líder da Igreja Católica estiveram particularmente as idas à praia: «Eu sei, irmãos, que com a porcaria dos salários que ganhais em Portugal, o vosso conceito de férias não pode estar muito distante de pegar nos miúdos, encher a marmita com sandes e croquetes e dar um salto à praia mais próxima. Mas atentai no perigo que correis!» Perante a pergunta, feita por um peregrino, de «O que é que queres dizer com isso, ó morcão?», Bento XVI respirou fundo e, depois de desabafar «E andámos nós atrás dos Judeus», esclareceu o seu ponto de vista. «Reparai, irmãos, o que aconteceria com Deus se fosse à praia... Deus quereria certamente dar um mergulho, mas depois, como é uma entidade não-corpórea, não se conseguiria limpar com a toalha e deitar-se-ia ao Sol para secar. O pior é que a água já lhe teria retirado o protector solar e Deus apanharia muito provavelmente um cancro», afirmou o Papa, acrescentando: «Podeis dizer: Ah, mas Deus depois podia fazer quimioterapia, porque, como é Deus, possui todas as riquezas do mundo e podia ir a um médico particular! Mas aí é que está o problema, irmãos... É que se Deus tentasse tomar os comprimidos, eles cairiam no vácuo, dado Deus não ter estômago, nem sequer esófago. Aliás, nem mãos tem para pegar nos comprimidos...»
Este encontro ficou ainda mais marcado pela polémica depois de Bento XVI se ter recusado a despedir-se dos peregrinos com o tradicional «Que Deus esteja sempre convosco». Percebendo o desconforto provocado pela sua atitude, o Papa ainda tentou explicar que «se vós ides dar um mergulho, eu não quero que o meu Senhor vos acompanhe!»
Durante todo o dia, Deus manifestou-se indisponível para esclarecer onde irá passar as férias de Verão, mas fonte do Vaticano garantiu entretanto que o seu destino será o mais longe possível do Equador. A mesma fonte confirmou que Bento XVI, esse sim, irá para o Havai, porque «de neve está ele farto, já lhe chegaram os acampamentos nos Alpes austríacos no tempo da Juventude Hitleriana!»

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Arnaldo Midões | 0 comentário(s) |

Canalizador obecado por pornografia desiludido com a vida real

08 julho, 2009

Profissional ribatejano garante que existe fosso entre a ficção e a realidade.

Asdrúbal Teixeira, um canalizador de Samora Correia, manifestou-se hoje desiludido com a discrepância existente entre a sua vida e a forma como a sua profissão é retratada na indústria de filmes pornográficos. «Sou um consumidor ávido de pornografia desde que vi a minha primeira revista Gina, aos 12 anos. E foi por causa dos filmes porno, em que há sempre um canalizador ou um entregador de pizzas a facturar, que escolhi a minha profissão, até porque quando acabei o meu Doutoramento em Física Quântica não havia pizzarias em Portugal», recordou Teixeira, em exclusivo para o Jornal do Fundinho, explicando de seguida que «a verdade é que já lá vão mais de 40 anos e ainda não consegui engatar gaja nenhuma usando o clássico truque de lhes pedir para segurarem no meu cano».
O profissional do encanamento apresentou mesmo um estudo realizado com recurso à sua colecção de mais de 90 000 vídeos pornográficos: «É entristecedor verificar que, no mundo do cinema para adultos, nunca um canalizador deixou de conseguir dar uso à manilha, enquanto na vida real a percentagem não ultrapassa os 4%, e mesmo assim estamos a falar exclusivamente de casos de tipos africanos com viúvas de meia-idade». Teixeira conta que, com a recente elevação de Samora Correia a cidade, pensou que conseguiria finalmente ter algum sucesso junto das clientes, usando a velha piada de haver mais coisas que se tinham elevado, mas os planos saíram frustrados. «Acabei por ter de meter outra vez a pinça para dentro das calças. A pinça de hastes no bolso das calças, isto é», explica.
Asdrúbal Teixeira lamenta a falta de realismo existente na pornografia actual, mas admite que isso não o fará perder o interesse por este seu hobby. «Não tenho grandes alternativas: a minha mulher tem um enorme bigode farfalhudo, o que me retira a excitação. Na verdade até tem dois, se contarmos com o da cara».

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Arnaldo Midões | 0 comentário(s) |

Gesto de Pinho atira-o para fora do Governo, o de Sócrates ainda não

02 julho, 2009

Oposição quer a demissão do primeiro-ministro, mas especialista diz que não existem razões.

Manuel Pinho deixou hoje o cargo de ministro da Economia depois do gesto - colocou dois dedos na testa, simulando dois chifres - que dirigiu à bancada do PCP na Assembleia da República. No entanto, fonte governamental garantiu já que José Sócrates não irá tomar o mesmo caminho, apesar do pirete que anda há quatro anos a fazer a todos os portugueses.
O comentador político e apanhador de caracóis Raimundo Fajuto considera que o primeiro-ministro se mantém com condições para governar, como referiu em exclusivo para o Jornal do Fundinho: «Creio que poderá cumprir o mandato até ao fim, até porque pode sempre argumentar que o pirete é um gesto universal, tal como a crise é mundial».

Sócrates continua no cargo apesar do gesto [foto E. Calhau]

Da mesma opinião não são, no entanto, os partidos da oposição, que exigiram já, sem excepções, a demissão de Sócrates. Apenas do lado do CDS-PP se admitiu, em comunicado, que a mesma poderia ser evitada, mas para isso o líder do Governo teria de «passar do pirete para o manguito, uma vez que este se trata de um gesto enraizado na tradição portuguesa».
Raimundo Fajuto considera estas reacções exageradas e motivadas por interesses partidários: «Muitos políticos fizeram já gestos de gravidade semelhante ao de Sócrates... A Manuela Ferreira Leite, por exemplo, quando foi ministra das Finanças, colocava muitas vezes uma mão na virilha para mostrar que tinha tomates». O especialista em estratégia partidária e moluscos gastrópodes terrestres de concha espiralada calcária diz mesmo que a permanência de José Sócrates no cargo de primeiro-ministro é uma «demonstração de vitalidade da democracia portuguesa, se pensarmos que no Estado Novo o Salazar não só nos espetava o dedo como o enfiava pelo nosso cu acima».

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Castro Castanheira | 0 comentário(s) |

Ferrari desfeito por Ronaldo não está admirado com nova agressão a um automóvel

01 julho, 2009

Veículo italiano diz-se convencido de ter sofrido uma tentativa de assassínio.

Cristiano Ronaldo pode ter surpreendido muitas pessoas ao agredir de forma absolutamente gratuita um automóvel, no passado domingo, mas o Ferrari destruído pelo futebolista num despiste em Manchester, em Janeiro deste ano, não estranhou a reacção. «Toda a gente fala em acidente, mas a verdade é que ele me tentou matar. Por isso, ter dado agora um pontapé noutra viatura é absolutamente normal», afirma o carro transalpino, em exclusivo para o Jornal do Fundinho.
O veículo desenhado pela Pininfarina defende que a relação do novo jogador do Real Madrid com os automóveis foi sempre conflituosa: «Toda a gente sabe que a melhor forma de impressionar uma miúda é com um belo carro... Por isso, o Ronaldo sempre nos encarou como concorrência. Nunca teve respeito por mim, mas eu também nunca o considerei mais do que o prolongamento do meu tubo de escape». O Ferrari 599 GTB Fiorano acredita mesmo que esta característica de personalidade do atleta madeirense se manifesta independentemente do modelo e das características da viatura em causa: «Certa vez, vi-o a dar pontapés numa miniatura da Burago, para um daqueles programas em que o Daniel Oliveira mostra a toda a gente que é muito amigo dele».
O automóvel agredido no fim-de-semana por Cristiano Ronaldo mantém-se entretanto internado na oficina Rei dos Pistões, em Benfica, à espera de uma transplantação do vidro. Segundo o monarca dos êmbulos, o luso-alemão Altino Diesel, o futebolista chegou a fazer hoje uma visita ao veículo, «mas passou o tempo todo e olhar para os calendários que eu tenho lá na oficina e a perguntar se eu tinha os telemóveis daquelas miúdas para ele lhes mandar um SMS».

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Manuel Feijão | 0 comentário(s) |

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