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Ronaldo diz que fez Mundial miserável porque as cuecas da Armani eram muito apertadas

30 junho, 2010

Carlos Queiroz já comentou as palavras do capitão português.

Cristiano Ronaldo declarou hoje, enquanto a Seleção Nacional abandonava a África do Sul, que a culpa do seu fraco rendimento no Mundial de futebol foram as cuecas da nova coleção de roupa interior da Armani, de que o futebolista passou recentemente a ser o rosto... e a pélvis. «O problema é que as cuecas são muito apertadas, sempre que eu pensava em passar a bola a um colega meu, tinha aquele reflexo na perna que parecia que eu estava sempre a tentar resolver os jogos marcando golos do meio-campo», explicou o capitão da equipa portuguesa, em rigoroso exclusivo para o Jornal do Fundinho, acrescentando que habituar-se àquela peça de roupa interior «foi particularmente difícil para alguém como eu que, por esta altura do ano, costumo andar o tempo quase todo sem cuecas... por falar nisso, alguém viu a Irina?»

Ronaldo nem quis ver a festa espanhola [foto E. Calhau]

O selecionador nacional não demorou a reagir às declarações do avançado do Real Madrid. Enquanto entrava no autocarro escoltado pela polícia, devido ao receio de eventuais agressões – uma preocupação claramente exagerada, uma vez que Deco já tinha sido algemado ao seu banco no veículo –, Carlos Queiroz aceitou as justificações do seu capitão em relação às cuecas Armani, embora tenha aproveitado a ocasião para reforçar que «se o tamanho das cuecas for pequeno demais para algum jogador, ele não precisa de estar aqui».
Antes, já Ronaldo garantira ainda que o seu comportamento discutível no final do jogo com a Espanha – cuspindo na direção de uma câmara de televisão – foi provocado pela frustração da derrota: «No golo, o Villa estava 22 centímetros em fora-de-jogo... Perder por 22 centímetros custa muito, sobretudo para mim, que estou habituado a conquistas proporcionadas precisamente pelos meus 22 centímetros». Pedindo desculpa pela atitude, Ronaldo recusou, no entanto, fazer o mesmo em relação às suas declarações sobre Carlos Queiroz: «Quando eu disse para pedirem explicações ao Queiroz estava mesmo a falar a sério... Eu não posso dá-las porque, desde que ele chegou à Seleção, não percebi uma única palavra das palestras dele. Com o Scolari era mais fácil porque, apesar de ele falar uma língua estrangeira, a Nossa Senhora do Caravaggio traduzia», argumentou.

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Manuel Feijão | 0 comentário(s) |

Homem de meia-idade percebeu que andar com casaco sobre os ombros é parvo

23 junho, 2010

Opção estética vem já do século passado.

Foi durante um almoço de confraternização dos dadores de sangue de Olival de Basto, que decorreu no passado fim de semana, que Anacleto Ventura, um empresário do setor dos enchidos com 52 anos, se apercebeu, após quase uma década em que usou repetidamente o casaco por cima dos ombros sem enfiar os braços nas mangas, que este hábito é ridículo. «Por volta dos meus 45 anos convenci-me de que essa seria uma forma de parecer jovem. Estão a ver, ‘Man, eu sou cool, não meto os braços nas mangas’, mas afinal este hábito era apenas uma parvoíce», explicou, em exclusivo para o Jornal do Fundinho.
Ventura adiantou que a perceção do seu comportamento patético lhe surgiu como uma revelação: «Estávamos todos muito entretidos, a comer o lombozinho com batatinhas assadinhas, e eu com o meu casaco sobre os ombros a pensar ‘Estão todos maravilhados com o meu estilo casual chic’, quando passa outro tipo à minha frente também com o casaco sobre os ombros e eu penso ‘Que parolo!... Espera lá... » Apesar de ter enfiado imediatamente os braços nas mangas, e de então para cá nunca mais o ter deixado de fazer, o empresário não conseguiu ainda adaptar-se à nova realidade: «É muito complicado meter na cabeça que o casaco não é para andar solto nas costas... é como se tirassem a capa ao Super-Homem».
A moda do casaco seguro apenas pelos ombros instalou-se entre os homens portugueses de meia-idade a partir dos anos 90 do século passado. Vários especialistas em moda têm analisado o fenómeno, mas como não encontrámos nenhum disponível, falámos com Nuno Gama: «É uma herança ainda dos grandes enchumaços nos ombros que marcaram a década de 80. No início da década seguinte, os homens portugueses de 40-50 anos começaram a achar que conseguiam impressionar raparigas de 20 anos com essa espécie de truque de magia que é equilibrar todo um casaco em apenas dois pontos de apoio». O estilista (de acordo com alguns dicionários, usar o termo ‘estilista’ para definir Nuno Gama pode ser considerado uma ironia) defende, no entanto, que esta opção estética nunca cumpriu as suas funções: «O tipo de mulheres que estes homens tentam atrair não se deixam verdadeiramente impressionar por um casaco seguro com a zona da omoplata. O que acontece é que dessa forma é mais fácil perceber o volume da certeira do homem em causa».

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Lucília Gralha | 0 comentário(s) |

Simão no lugar de José Saramago na extrema esquerda

21 junho, 2010

Queiroz garante que não é desculpa: Saramago seria arma secreta contra os norte-coreanos.

O selecionador nacional lamentou hoje, horas antes do jogo com a Coreia do Norte, a morte de José Saramago. «Estava a contar com ele para jogar na estrema esquerda, porque era um tipo que conhecia bem a estratégia norte-coreana, embora eles sejam um pouco mais conservadores... em termos táticos, isto é», explicou Carlos Queiroz, em exclusivo para o Jornal do Fundinho.
Apesar de tentar desvalorizar a ausência de Saramago no decisivo jogo desta tarde, Queiroz admitiu que a Seleção Nacional pode vir a sentir a falta da sua criatividade: «Aquelas vírgulas dele partiam os rins a qualquer defesa. É uma das fintas mais bonitas do futebol, e ele era capaz de usar mais de cem vírgulas por frase!» O treinador português avançou ainda que também a forte presença da oralidade na obra do vencedor do Nobel da literatura poderia ser um contributo importante para a Seleção Nacional: «Seria muito positivo, para mais numa equipa em que os jogadores já quase não falam uns com ou outros, nem comigo».
No lugar que seria de José Saramago, deverá agora jogar Simão, embora esta alteração venha a obrigar a uma mudança do sentido de jogo de Portugal. «O Saramago era especialmente bom a jogar em profundidade, com arrancadas longas e cadenciadas, mas que eram implacáveis e arrasavam os adversários por completo. O Simão é diferente, porque é melhor a... a... ó Agostinho, ainda há alguma coisa que o Simão faça bem?», adiantou Carlos Queiroz. Apesar deste facto, o jogador do Atlético de Madrid é, entre os 23 que estão na África do Sul, o que mais se assemelha ao falecido escritor, pelo menos na opinião do selecionador: «Têm ambos experiência em Espanha, num campeonato mais exigente, seja a Liga BBVA ou o mercado editorial espanhol».

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Manuel Feijão | 0 comentário(s) |

Prova de Matemática pedia aos alunos para fazerem as contas do apuramento da Seleção para os oitavos-de-final

18 junho, 2010

Nuno Crato revoltado com grau de dificuldade deste e de outros exercícios.

Quase 90 mil alunos do ensino básico realizaram hoje a prova de Matemática do 9.º ano, sendo surpreendidos pela complexidade de algumas das questões do enunciado. Particularmente, aquela em que eram convidados a realizar as contas necessárias para que Portugal passe a fase de grupos do Campeonato do Mundo de futebol. O matemático Nuno Crato disse ao Jornal do Fundinho, em rigoroso exclusivo, compreender as dificuldades dos estudantes: «Eles são de uma geração que já não está habituada a isso! Ainda se fosse no nosso tempo, em que era preciso andar sempre de máquina de calcular na mão, mesmo que os adversários fossem Malta e o Luxemburgo...» Crato referiu ainda que «desde 2004 que os programas não incluem essa matéria essencial, e já durante esta campanha de apuramento para o Mundial eu tinha chamado a atenção para a inenarrável irresponsabilidade que tinha sido a introdução do ‘scolarês’ no ensino da disciplina».
Igualmente revoltados estão os estudantes. Reunidos em pequenos grupos no final das provas, discutiam entre si se o apuramento da Seleção Nacional era uma impossibilidade matemática ou apenas uma hipótese com alto grau de improbabilidade, mas todos argumentavam que, durante anos, não foram preparados para aquele tipo de pergunta. Crato concorda: «Não podemos ser um País que organiza campeonatos da Europa só para não ter de se preocupar com as contas da classificação, ou que contrata um treinador brasileiro que nos qualifica sem que tenhamos de pensar muito no assunto. É por isso que sou completamente a favor do Prof. Carlos Queiroz: não só é um Professor, o que acrescenta desde logo prestígio, como nos devolveu o gosto pelos grandes desafios matemáticos». Ainda de acordo com o docente universitário, «o facilitismo instalado tem vindo a ser combatido pelo atual selecionador, que ainda por cima tem conseguido retirar esta discussão dos habituais confrontos sobre se a culpa é da esquerda ou da direita: ao centro, a Seleção também não joga um escaravelho».
Nuno Crato defendeu, porém, que este ano se passou «do 8 para o 80, ou, se preferirmos, do Deco do Chelsea para o Deco do Porto». Às provas demasiado fáceis dos anos anteriores, sucederam provas que nem os maiores génios conseguiriam resolver, como explicou o matemático: «Pedir aos alunos que calculem o incentro determinado pelas bissetrizes do triângulo do ataque da Seleção, quando existe um vértice em permanente ausência, como é o Cristiano Ronaldo, é um problema sem solução possível». O também recém-nomeado presidente do Taguspark acredita que falta um elemento de equilíbrio na definição dos exames de Matemática e sugere mesmo um nome: «Para mim, nomeava-se o Figo. Ouvi dizer é que ele leva muito caro, embora eu ainda não tenha conseguido encontrar os recibos... Mas tem a vantagem de, se for preciso, ele estar disponível para tomar o pequeno-almoço com a ministra da Educação».

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Arnaldo Midões | 0 comentário(s) |

Novas medidas anti-crise do Governo deixam portugueses completamente fod... PORRA, QUE SE LIXE! COMO É QUE NÃO CONSEGUIMOS GANHAR À COSTA DO MARFIM?

15 junho, 2010

Portugueses cada vez mais concentrados no que é verdadeiramente importante para a sua vida.

Um novo pacote de medidas de austeridade foi hoje anunciado pelo Governo, incluindo um aumento do IVA para 75% em todos os escalões, a criação de uma taxa de IRS de 95% para os rendimentos mais baixos e de uma taxa de IRC de 85% para as pequenas e médias empresas, bem como o fim do subsídio de desemprego para todos os benefici... MAS O QUE É QUE ISTO INTERESSA QUANDO NÃO FOMOS CAPAZES DE GANHAR AOS DROGBAS, CARAÇAS?! MAS MESMO ASSIM VAMOS SER CAMPEÕES DO MUNDO! Em exclusivo para o Jornal do Fundinho, José Sócrates defendeu que estas decisões eram inevitáveis e pediu o empenho de todos os portugueses: «É um período difícil e de sacrifícios terríveis, mas que nos deve deixar a todos eufóricos, porque, mesmo sem ganhar, a Seleção está a jogar bestialmente bem e somos os maiores do universo de sempre! Ah, preciso ainda que todos me passem um cheque em branco para eu dar ao Teixeira dos Santos, ok?»
A Comissão Europeia irá em seguida analisar estas novas iniciativas adicionais de consolidação orçamental apresentadas por Portugal e dar o seu parecer, mas internamente as críticas são unânimes entre toda a Oposição, sindicatos e patrões. É necessário notar, no entanto, que isto é tudo malta que não sabe o que é ser patriota, porque se anda a preocupar com estas porcarias no dia em que Portugal jogou o seu primeiro jogo no Mundial. Eles deviam era andar todos na rua com uma vuvuzela na boca e uma bandeira no carro, para ver se os jogadores se animam, em vez de estarem a chatear o primeiro-ministro de um país que é capaz de jogar à bola como nenhum outro.

Portugueses estão na rua para mostrar o que é importante [foto E. Calhau]

Apesar da dureza das medidas hoje conhecidas, Sócrates anunciou já para a próxima semana a realização de um Conselho de Ministros extraordinário, em que será analisada a eventual necessidade de um endurecimento das mesmas. «Primeiro vamos assistir ao Portugal-Coreia do Norte. Se ganharmos, aproveitamos para avançar com aquela ideia do Vieira da Silva de reduzirmos os salários dos funcionários públicos para 5% do seu valor atual. Ninguém vai dar por ela», explicou. O primeiro-ministro afirmou ainda contar com Cristiano Ronaldo para poder anunciar uma descida do défice para 3% ainda este ano, em vez dos previstos 7,3%: «O défice não vai mesmo descer... Eu só penso é que, se Portugal for campeão e o Cristiano Ronaldo passar férias com a Irina Shayk, vai andar tudo tão distraído que eu vou poder dizer o que me apetece».
Apesar do otimismo dos governantes, a verdade é que um clima de profunda agitação social poderá estar iminente em Portugal. MAS A GENTE SEJA CEGUINHOS SE NÃO CONSEGUIMOS GANHAR ÀQUELES MINORCAS DE OLHOS EM BICO, PORRA!

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Manuel Feijão | 0 comentário(s) |

Ordem dos Falsos Médicos quer acabar com flagelo dos médicos verdadeiros

14 junho, 2010

Vão ser apresentadas 150 queixas, que poderão ser apenas a ponta do icebergue.

O número de médicos com curso tirado e condições para exercer a profissão é cada vez maior em Portugal, revelou hoje a Ordem dos Falsos Médicos, apelando a uma consciencialização de toda a sociedade em relação a este problema. «Detetámos casos incríveis, desde um patologista que conseguiu uma licença só porque concluiu com média de 19 um curso de cinco anos na Faculdade de Medicina de Coimbra e no fim fez um estágio nos Hospitais da Universidade, a uma senhora que tirou um doutoramento na Harvard Medical School e, só porque mostrou uma extraordinária capacidade enquanto clínica e investigadora, decidiu dedicar-se a esta área», relatou o bastonário Severino Mata, em exclusivo para o Jornal do Fundinho.
O responsável pela Ordem dos Falsos Médicos revelou ainda que vão ser entregues ao Ministério Público queixas por mais de 150 casos de exercício absolutamente legal da medicina, bem como por diversas situações de prática completamente legítima da profissão em instituições ligadas ao Estado. Mata é categórico: «Como estas pessoas têm toda a formação adequada, acham que é através da ciência que se consegue chegar a algum lado... Isto é gravíssimo, porque há doentes que ficam a achar, por exemplo, que a sida não tem cura, quando um primo meu que é eletricista cura sidosos há mais de sete anos, usando apenas dois transformadores de 60W, um interruptor diferencial e uma armadura com difusor de alumínio».
Mas os casos que vão ser denunciados constituem apenas, de acordo com o bastonário, uma parte do problema: «Estimamos que existam cerca de 35 mil pessoas a exercer legalmente a profissão. Em termos de número de horas de prática autorizada da medicina a que os portugueses estão expostos, é um número avassalador, se tivermos em conta que um médico, descontando as pausas para o café, chega a trabalhar uns bons 45 minutos por dia». Mata explicou também que os dados compilados até ao momento carecem ainda de fiscalização, resultando apenas de queixas do público em geral. «Ainda assim há muitas situações que nos permitem olhar com otimismo para o futuro, pois milhares de cidadãos que recorreram a médicos devidamente credenciados afirmam que nem por isso deixaram de ser tratados por verdadeiros carroceiros», acrescentou.
Severino Mata lamentou não ter a oportunidade de aprofundar a sua análise sobre o tema, mas precisava de voltar para a garagem automóvel de que é proprietário por ter «uma marcação para as 5 da tarde de uma substituição de um filtro de ar a uma doente com cancro do pulmão e antes ainda precisar de mudar o óleo a um tipo com psoríase». Ainda assim, adiantou que, para a Ordem dos Falsos Médicos, a situação só pode ser resolvida com a alteração do estatuto dos médicos, permitindo aumentar a ilegalidade do exercício da profissão e encerrar espaços com todas as condições para a prestação de cuidados de saúde. «É indispensável que, para que isso possa acontecer, seja escolhido um ministro da Saúde que perceba mesmo do setor. E é claro que ninguém percebe mais de medicina do que o Padre Fontes», defendeu o bastonário.

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Arnaldo Midões | 0 comentário(s) |

Presidente da República no Second Life gosta do primeiro-ministro

09 junho, 2010

Mundo virtual pode provocar consequências reais.

Desde que, em 2009, se tornou no primeiro líder mundial a usar o Second Life para fazer um discurso, o Presidente da República que habita a ilha da Presidência na conhecida rede social tem desenvolvido uma forte cumplicidade e amizade com o primeiro-ministro José Sócrates, para grande surpresa do Aníbal Cavaco Silva do mundo real. A descoberta foi hoje feita pelo Cavaco original, quando fazia o seu discurso relativo ao 10 de junho, em streaming direto, para os utilizadores daquela plataforma. «Fiquei muito surpreendido, porque ainda podia admitir que eles conseguissem manter uma cooperação institucional, uma vez que o Fernando Lima não tem nenhum avatar no Second Life... mas serem amigos, nunca pensei», explicou, em exclusivo para o Jornal do Fundinho.
A amizade entre o Presidente da República virtual e José Sócrates ter-se-á começado a desenvolver a partir do momento em que o Cavaco Silva do Second Life entrou, por engano, numa cerimónia de casamento civil homossexual e achou que, afinal, aquilo não era mais nojento do que mandar a polícia de choque para cima dos trabalhadores vidreiros da Marinha Grande. A aproximação tem-se tornado cada vez maior, tornando-se evidente pelo facto de, em cada vez que fala para o País, José Sócrates parecer estar num Portugal que só existe virtualmente.
Diversos especialistas - nomeadamente, especialistas em para-choques cromados e em instalação de sub-woofers - argumentam agora que o triângulo envolvendo os dois Cavacos e Sócrates poderá causar alterações profundas na vida política nacional, e já a curto prazo. É que existem informações de que o verdadeiro Cavaco Silva terá aproveitado a sua visita ao Second Life para visitar a ilha do Freeport. O Cavaco amigo do chefe de Governo desvaloriza: «Toda a gente sabe que, num mundo inventado, o Sócrates é inocente».

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Lucília Gralha | 0 comentário(s) |

Apple apresentou o iPhone 4, que mata apenas cinco chineses por semana

07 junho, 2010

Conferência anual da Apple marcada por novo modelo do aparelho que alguns dizem dar para fazer chamadas.

O CEO da Apple, Steve Jobs, deu hoje a conhecer o iPhone 4, a nova versão do conhecido smartphone, que apresenta como principal novidade provocar o suicídio de apenas 5,2 operários chineses por semana, em contraste com a média de 7,4 do modelo anterior. «Dedicámos grande atenção a este fator. Inicialmente, desenvolvemos um conceito que matava quase seis chineses, mas quisemos ir mais além, porque somos uma empresa eticamente responsável e genuinamente preocupada com toda a humanidade... mesmo tratando-se de chinocas», declarou Jobs, em exclusivo para o Jornal do Fundinho.

Steve Jobs apresentou o iPhone 4 [foto E. Calhau]

Com uma câmara na parte dianteira do aparelho, edição de vídeo, maior longevidade da bateria e uma maior qualidade das imagens, o novo iPhone continuará a ser fatal para os empregados da Foxconn, mas os seus utilizadores estarão tão entretidos com o seu gadget tecnológico que terão ainda menos tempo do que anteriormente para se sentirem culpados. Outras das características do aparelho são uma entrada para cartões microSIM, câmara, flash LED, microfone, entrada para headphones e espátula para provocar o vómito em caso de ingestão de um cocktail de barbitúricos. O iPhone 4 mede apenas 9,3 milímetros de espessura e alguns dos modelos comercializados serão decorados com pequenos salpicos vermelho-sangue, numa inovação de design que resulta da feliz coincidência de alguns dos operários terem cortado os pulsos na própria linha de montagem durante a fase de testes.
Na conferência anual de programadores da Apple, que decorre em São Francisco, ficou ainda a saber-se que o modelo de 32 GB custará 299 dólares e o de 16 GB 199 dólares, mas o presidente da Apple sublinhou que estes preços poderão sofrer alterações: «Depende do preço a que estão os funerais na China». Finalmente, Steve Jobs anunciou ainda que o popular jogo Farmville terá uma versão para o igualmente popular smartphone. «Porque hão de ser sós os operários chineses a terem vontade de se matar quando pegam num iPhone?», questionou Steve Jobs.

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Lucília Gralha | 0 comentário(s) |

Israel diz que ataque a barco de ativistas foi edição especial do "Salve-se Quem Puder"

04 junho, 2010

Vencedor do programa continua por decidir.

Benjamin Netanyahu revelou hoje que o alegado ataque israelita contra uma frota de ajuda humanitária que seguia para a Faixa de Gaza foi apenas uma edição especial do programa da SIC "Salve-se Quem Puder", em que os concorrentes têm de evitar chocar contra paredes de esferovite para não cair à água. «A única coisa que nós fizemos foi substituir as paredes de esferovite por metralhadoras, para dar mais... vá, incentivo para eles saltarem», explicou o primeiro-ministro de Israel, em rigoroso exclusivo para o Jornal do Fundinho.
Além de apresentar esta nova visão dos acontecimentos, Netanyahu reclamou ainda a vitória da sua equipa no programa: «Parece-me evidente que, apesar de termos sido atacados com armas de destruição maciça, nomeadamente fisgas, tivemos menos membros a cair na água: no total, não foram mais de seis braços e quatro pernas». O líder israelita afirmou mesmo que não abrirá mão deste triunfo, o que faz antever um recrudescer da violência no conflito israelo-palestiniano, que se teme agora poder atingir proporções próximas do conflito Diana Chaves-Isabel Figueira. «Faço mais questão de ficar com o Horacélio do que com Jerusalém», vincou Benjamin Netanyahu.

Netanyahu e Abbas com Diana e Marco [foto E. Calhau]

Apesar de não contestar a nova versão apresentada por Israel, o presidente da Autoridade Palestina não demorou a reclamar também ele a vitória na edição especial "Salve-se Quem Puder em Águas Internacionais". «Descontaram-nos pontos porque os nossos apoiantes atiraram soldados israelitas para a água e supostamente não podiam porque são pacifistas. Francamente pá, desde quando é que um pacifista tem de ser um defensor da paz?», afirmou Mahmoud Abbas.
O nome do vencedor está agora, por isso, nas mãos dos apresentadores Marco Horácio e Diana Chaves, que não comentam, para já, a questão. Palestinianos e israelitas fizeram entretanto saber que aceitarão a decisão... à exceção dos israelitas que, como é costume, se as coisas não lhes correrem como querem, acusarão de antissemitismo Marco, Diana, Nuno Santos, Francisco Pinto Balsemão, João Manzarra, Luciana Abreu e Yannick Djaló. E qualquer outra pessoa que ouse dizer que eles não têm razão.

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