Israel diz que ataque a barco de ativistas foi edição especial do "Salve-se Quem Puder"
04 junho, 2010
Vencedor do programa continua por decidir.
Benjamin Netanyahu revelou hoje que o alegado ataque israelita contra uma frota de ajuda humanitária que seguia para a Faixa de Gaza foi apenas uma edição especial do programa da SIC "Salve-se Quem Puder", em que os concorrentes têm de evitar chocar contra paredes de esferovite para não cair à água. «A única coisa que nós fizemos foi substituir as paredes de esferovite por metralhadoras, para dar mais... vá, incentivo para eles saltarem», explicou o primeiro-ministro de Israel, em rigoroso exclusivo para o Jornal do Fundinho.
Além de apresentar esta nova visão dos acontecimentos, Netanyahu reclamou ainda a vitória da sua equipa no programa: «Parece-me evidente que, apesar de termos sido atacados com armas de destruição maciça, nomeadamente fisgas, tivemos menos membros a cair na água: no total, não foram mais de seis braços e quatro pernas». O líder israelita afirmou mesmo que não abrirá mão deste triunfo, o que faz antever um recrudescer da violência no conflito israelo-palestiniano, que se teme agora poder atingir proporções próximas do conflito Diana Chaves-Isabel Figueira. «Faço mais questão de ficar com o Horacélio do que com Jerusalém», vincou Benjamin Netanyahu.

Apesar de não contestar a nova versão apresentada por Israel, o presidente da Autoridade Palestina não demorou a reclamar também ele a vitória na edição especial "Salve-se Quem Puder em Águas Internacionais". «Descontaram-nos pontos porque os nossos apoiantes atiraram soldados israelitas para a água e supostamente não podiam porque são pacifistas. Francamente pá, desde quando é que um pacifista tem de ser um defensor da paz?», afirmou Mahmoud Abbas.
O nome do vencedor está agora, por isso, nas mãos dos apresentadores Marco Horácio e Diana Chaves, que não comentam, para já, a questão. Palestinianos e israelitas fizeram entretanto saber que aceitarão a decisão... à exceção dos israelitas que, como é costume, se as coisas não lhes correrem como querem, acusarão de antissemitismo Marco, Diana, Nuno Santos, Francisco Pinto Balsemão, João Manzarra, Luciana Abreu e Yannick Djaló. E qualquer outra pessoa que ouse dizer que eles não têm razão.
Benjamin Netanyahu revelou hoje que o alegado ataque israelita contra uma frota de ajuda humanitária que seguia para a Faixa de Gaza foi apenas uma edição especial do programa da SIC "Salve-se Quem Puder", em que os concorrentes têm de evitar chocar contra paredes de esferovite para não cair à água. «A única coisa que nós fizemos foi substituir as paredes de esferovite por metralhadoras, para dar mais... vá, incentivo para eles saltarem», explicou o primeiro-ministro de Israel, em rigoroso exclusivo para o Jornal do Fundinho.
Além de apresentar esta nova visão dos acontecimentos, Netanyahu reclamou ainda a vitória da sua equipa no programa: «Parece-me evidente que, apesar de termos sido atacados com armas de destruição maciça, nomeadamente fisgas, tivemos menos membros a cair na água: no total, não foram mais de seis braços e quatro pernas». O líder israelita afirmou mesmo que não abrirá mão deste triunfo, o que faz antever um recrudescer da violência no conflito israelo-palestiniano, que se teme agora poder atingir proporções próximas do conflito Diana Chaves-Isabel Figueira. «Faço mais questão de ficar com o Horacélio do que com Jerusalém», vincou Benjamin Netanyahu.

Netanyahu e Abbas com Diana e Marco [foto E. Calhau]
Apesar de não contestar a nova versão apresentada por Israel, o presidente da Autoridade Palestina não demorou a reclamar também ele a vitória na edição especial "Salve-se Quem Puder em Águas Internacionais". «Descontaram-nos pontos porque os nossos apoiantes atiraram soldados israelitas para a água e supostamente não podiam porque são pacifistas. Francamente pá, desde quando é que um pacifista tem de ser um defensor da paz?», afirmou Mahmoud Abbas.
O nome do vencedor está agora, por isso, nas mãos dos apresentadores Marco Horácio e Diana Chaves, que não comentam, para já, a questão. Palestinianos e israelitas fizeram entretanto saber que aceitarão a decisão... à exceção dos israelitas que, como é costume, se as coisas não lhes correrem como querem, acusarão de antissemitismo Marco, Diana, Nuno Santos, Francisco Pinto Balsemão, João Manzarra, Luciana Abreu e Yannick Djaló. E qualquer outra pessoa que ouse dizer que eles não têm razão.
Etiquetas: Mundo