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Rei dos Leitões e Rei dos Azulejos não foram convidados para o casamento de William e Kate

23 fevereiro, 2011

Realeza nacional em estado de choque.

O Rei dos Leitões da Mealhada e o Rei dos Azulejos de Soure não estão entre os 1900 convidados do casamento do Príncipe William com Kate Middleton, ficou hoje a saber-se. A notícia caiu como uma bomba entre a realeza nacional, que dava ambos como presenças certas no enlace, tendo o mal-estar sido agravado pelo facto de ter sido endereçado um convite ao Rei dos Frangos.
«Esta situação revela que mesmo a tradicional casa real inglesa se deixou contaminar pelo poder do dinheiro, esquecendo importantes valores ancestrais da monarquia, como o uso de collants pelos homens ou as cada vez mais desprezadas relações sexuais consanguíneas», analisa Nuno da Câmara Pereira, especialista em assuntos da realeza e em fados sobre sexo com cavalos, em exclusivo para o Jornal do Fundinho. «No fundo, o Rei dos Frangos acaba por ser convidado porque tem um franchising de sucesso, enquanto o Rei dos Leitões e o Rei dos Azulejos, apesar de descenderem de uma linhagem com importante história, não passam de dois pequenos negócios em localidades do Baixo Mondego», concretiza.
Ainda de acordo com Câmara Pereira, existem outras famílias reais portuguesas indignadas com as escolhas de William e Kate. «Eu imagino o que não vai na cabeça do Rei das Farturas e do Rei das Meias, que chegaram a estar presentes no casamento de Carlos e Diana. Ou do Rei das Tintas e do Rei das Fardas, que mantêm uma postura mais discreta mas fazem parte dos nomes mais importantes da realeza de coisas», declara, confessando uma ainda maior estranheza por outra ausência: «O Rei dos Gnomos vai fazer muita falta na boda, porque é sempre a alma de qualquer festa com aqueles teatrinhos dele».
Já quanto a Duarte Pio de Bragança, Nuno da Câmara Pereira acha natural que ele não tenha sido convidado. «Com presenças tão importantes como as do Rei do Gado ou de George o Rei da Selva, seria parvo da parte dos noivos convidar gente que não é rei de coisa nenhuma», afirma o especialista.
William de Gales e Kate Middleton têm casamento marcado para o próximo dia 29 de abril, no Palácio de St. James, seguindo-se uma receção no Palácio de Buckingham. Entre os convidados estarão diversos nomes de monarquias de todo o mundo, como o Rei Miguel da Roménia, o Rei Constantino da Grécia, o Rei Leão e o Ray Ban. O Rei do Marketing também estará presente, devendo fazer-se acompanhar da mulher, Victoria Beckham.

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Arnaldo Midões | 0 comentário(s) |

Paulo Sérgio deixa Sporting para dirigir a Companhia de Dança Contemporânea

21 fevereiro, 2011

É o segundo treinador português a liderar um grupo de dança.

Na véspera do jogo com o Benfica, Paulo Sérgio surpreendeu o universo sportinguista ao apresentar ontem a sua renúncia ao cargo de treinador do clube para assumir a direção artística da CeDeCe – Companhia de Dança Contemporânea. «Eu já antes tinha dito que, mesmo estando todo negro, tinha vontade de apanhar mais... Mas levar por levar, prefiro dedicar-me à dança contemporânea, que são só uns pares de estalos aqui e ali. No Sporting, é um arraial de porrada todas as semanas», explicou o técnico, em rigoroso exclusivo, ao Jornal do Fundinho.

Paulo Sérgio já na CeDeCe [foto E. Calhau]

Quanto ao primeiro espetáculo em que dirigirá a CeDeCe, Paulo Sérgio confessou ainda não ter tomado uma decisão, mas não deixou de manifestar algumas preferências. «Sinto-me muito próximo de Gagik Ismailian, nomeadamente pela sua capacidade de absorver correntes neoclássicas, modernas e de vanguarda, embora a beleza escultural e o magnífico controlo das criações de Darshan Singh Bhuller também me seduzam», confessou, acrescentando ainda que «estava sempre a dizer aos jogadores do Sporting que não havia escolha possível entre Ismailian e Singh Bhuller, ou entre Kaeja e Navas, ou entre Bogaerts e Chettur, mas muitas vezes senti que eles preferiam escutar as desculpas parvas do Vukcevic para não jogar».
Esta não é a primeira vez que um treinador de futebol dirige uma grande companhia nacional de dança moderna. Em outubro de 2003, depois de ter sido despedido do Maiorca, Jaime Pacheco esteve à frente da Companhia Olga Roriz, substituindo a conhecida bailarina e coreógrafa enquanto esta tentava seguir as pisadas de Pina Bausch e treinava à experiência no Fortuna Düsseldorf. Pacheco manteve-se no cargo, no entanto, apenas por duas semanas, pois o seu estilo levou os bailarinos a, em vez das normais bofetadas, começarem a aplicar pontapés nos joelhos e cotoveladas no estômago, o que acabou por atirar com toda a Companhia para o hospital.

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Lucília Gralha | 0 comentário(s) |

Se Obama e Oprah não ajudarem, família de Renato Seabra vai pedir ajuda a Michael Scofield

17 fevereiro, 2011

Protagonista de “Prison Break” mantém, para já, um silêncio sepulcral.

Uma amiga da família de Renato Seabra escreveu uma carta Oprah Winfrey e um tio do jovem fez um apelo ao presidente Barack Obama, ambos no sentido de pedir ajuda para o processo judicial que envolve o manequim, mas caso estes pedidos caiam em saco roto, o próximo passo já está definido. «Vamos pedir ao Michael Scofield para tirar o Renato da prisão. Temos esperança que nos ajude, embora saibamos que este caso do assassinato do Carlos Castro talvez seja demasiado violento para ele, que está mais habituado a lidar com pessoas como o T-Bag», revela Heleno Pereirinho, tio de Renato, em exclusivo ao Jornal do Fundinho.

Scofield pode ajudar Seabra [foto E. Calhau]

O protagonista da série “Prison Break” não se mostrou disponível para comentar esta possibilidade, em parte porque morreu no último episódio da última temporada, mas a família e os amigos de Renato Seabra estão confiantes. «Confiamos que o Scofield vai tirar o nosso menino de ouro da prisão, tal como o Renato confiava que o Carlos Castro ia fazer dele um modelo rico e famoso. O que pode correr mal?», questionou Heleno Pereirinho.
O tio de Renato Seabra revelou ainda que, caso Michael Scofield pretenda repetir a estratégia de tatuar no seu corpo o plano de fuga, encontrou já um tatuador disponível para ajudar. «Foi o Renato que me deu o contacto. É uma pessoa que ele conheceu na prisão e que até já lhe fez algumas tatuagens, como uma que diz ‘Big John’s Bitch’ e outra ‘Portuguese Pretty Ass’», explicou.

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Arnaldo Midões | 1 comentário(s) |

«Queremos subsídios sempre altos, na arte toda, o ano inteiro»: artistas reagem a aumento de verbas para a cultura

15 fevereiro, 2011

Protagonistas culturais não querem saber de promoções, Canavilhas quer passar-lhes cartão.

José Sócrates anunciou hoje um reforço de verbas para a cultura na ordem dos cinco milhões de Euros, depois dos anteriormente anunciados cortes de 23% no apoio ao setor, numa medida que, para já, está a provocar desconfiança entre a comunidade artística. Bertolino Bessa, diretor do Teatro Tão Experimental Que Nem Nós Assistimos às Peças da Baixa da Banheira, manifestou as suas cautelas, em exclusivo para o Jornal do Fundinho: «Primeiro, aumenta-se o subsídio de um lado... Mas quando se aumenta de um lado, baixa-se do outro. Aumenta-se de um lado, baixa-se do outro! E quando faz as contas, se calhar perdeu-se mais do que ganhou».
Para Bessa, «a cultura precisa de um Governo que promova uma política de subsídios altos, na arte toda, o ano inteiro... um Governo com zero de incertezas, zero de preocupações». A ideia, de resto, colheu de imediato a concordância de várias personalidades ligadas aos vários campos da cultura, tendo sido criado um verdadeiro movimento de contestação, que até já tem hino. Este foi composto por Pedro Abrunhosa, numa ida ao quarto de banho (o mesmo que acontece com todas as suas canções, portanto), e fala de um sistema cultural em que «não há talão, cartão ou promoção», em que «o subsídio é alto o ano inteiro» e em que «ser artista dá mais dinheiro».
Quem já reagiu foi a ministra da Cultura, que, depois admitir que gosta de «músicas simpáticas e divertidas», afirmou que prefere «ter mais dinheiro no bolso no final do mês, para poder organizar um recitalzito, nem que vão só os meus amigos». Gabriela Canavilhas acabou mesmo por questionar «quem é que não gosta de subsídios?»

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Lucília Gralha | 0 comentário(s) |

Mubarak deixa o poder mas denuncia que imagens das manifestações são falsas porque não mostram um só egípcio de perfil

11 fevereiro, 2011

Praça Tahrir foi local de manifestação espontânea de... de... vá, chamemos-lhe alegria.

Hosni Mubarak abandonou o Cairo esta manhã, após se ter demitido do cargo de Presidente do Egito, na sequência da forte contestação popular que vinha sentido nas últimas semanas. No entanto, o antigo governante acusou a comunidade internacional de mentir sobre as manifestações de contestação à sua liderança. «É fácil de perceber que os vídeos mostrados pelas televisões mundiais são falsos e foram feitos no estrangeiro. Em nenhum deles se vê uma pessoa de perfil, uma que seja, quando toda a gente sabe que os egípcios aparecem sempre de perfil nas imagens», declarou, em rigoroso exclusivo para o Jornal do Fundinho.

Egípcios caminham como um... egípcio [foto E. Calhau]

Pouco depois destas declarações, surgiram precisamente as primeiras imagens de pessoas de perfil na Praça Tahrir, no que muitos entenderam como mais uma demonstração da vontade do povo egípcio em se libertar do regime de Mubarak. Tratava-se, no entanto, de uma recriação espontânea do videoclip de grande sucesso nos anos 80 do século passado “Walk Like an Egyptian”, das Bangles, em mais uma prova de como às vezes uma ditadura não é o pior dos males.
Entretanto, o Conselho Superior das Forças Armadas do Egito emitiu um comunicado em que declara que dará a conhecer, em breve, as medidas a serem aplicadas no país, mas garantindo que as mesmas irão no sentido da vontade do povo. Espera-se por isso com expectativa a declaração que deverá ser entretanto feita por Anoubapion de Spínola, Fainofre da Costa Gomes, Janais Silvério Marques, Manetho Diogo Neto, Canopos Galvão de Melo, Ja Bastpaduse Pinheiro de Azevedo e Anoubapion Rosa Coutinho.

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Pinto da Cruz | 0 comentário(s) |

Hugo Almeida encontrado morto no ataque da Seleção Nacional há sete anos

10 fevereiro, 2011

Responsáveis recusam comparação com idosa encontrada morta em casa.

O cadáver do ponta de lança Hugo Almeida esteve durante sete anos no ataque da Seleção portuguesa de futebol sem que ninguém tenha dado por ele. «Nós sempre estranhámos um bocado, porque as estatísticas diziam que ele se tinha estreado em fevereiro de 2004, mas nós nunca tínhamos dado por ele. E ontem, no jogo com a Argentina, percebemos tudo: só um morto é que falhava aqueles dois golos que ele falhou!», confirmou, em exclusivo para o Jornal do Fundinho, Carlos Godinho, diretor desportivo da Seleção Nacional.
Existem, no entanto, diversos relatos de outros jogadores que, desde 2004, vinham alertando para as ausências de Hugo Almeida do onze nacional. «É verdade que já vários extremos nos tinham contado que, por vezes, cruzavam a bola para a área e parecia que não estava lá ninguém, ou médios que diziam que faziam grande passes a isolar o avançado e que este pura e simplesmente não aparecia», admitiu Godinho, «mas nunca pensámos que pudéssemos estar perante uma tragédia destas... sete anos morto é muito tempo».
No entanto, um internacional português não identificado, nascido em Cairu e recentemente transferido do Sporting para o Corinthians, revelou que os responsáveis federativos se recusaram a arrombar o cacifo de Hugo Almeida para ver se ele estava a usar as pomadinhas e os cremes que qualquer futebolista moderno usa, mesmo após terem constatado que os seus prémios de jogo não estavam a ser levantados. Godinho defende-se: «Não havia nada que pudesse fazer-nos suspeitar. Nem sequer sentimos algum mau cheiro, nem nada. Quer dizer, uma vez sentimos, mas como foi num jogo no Estádio do Dragão, pensámos que fosse do Pinto da Costa».
Os responsáveis pela Seleção Nacional não querem, pelo menos para já, estabelecer qualquer comparação entre o caso de Hugo Almeida e o da idosa encontrada morta em casa após nove anos. Carlos Godinho é claro: «Essa senhora representava um caso grave de solidão. Quanto ao Hugo Almeida, a verdade é que ele não foi o único jogador morto a alinhar por Portugal nos últimos sete anos. Olhe, eu posso dizer-lhe que só reparei que o Tiago e o Simão estavam vivos quando os ouvi renunciar à Seleção».

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Manuel Feijão | 0 comentário(s) |

Renato Seabra desfilou coleção outono/inverno do Departamento Correcional de Nova Iorque

02 fevereiro, 2011

Críticos destacam empenho do jovem modelo.

Renato Seabra foi o manequim em destaque, ontem, no tribunal criminal de Manhattan, onde apresentou a nova coleção outono/inverno do Departamento Correcional do Estado de Nova Iorque. Além do fato de treino cinzento-claro e do blusão laranja com as iniciais D.O.C. nas costas, os críticos destacaram os acessórios escolhidos, nomeadamente as algemas nos pés e nas mãos. «Gostei muito do conjunto, acho que estas cores vão estar imenso na berra no próximo inverno. E aquelas algemas são o máximo, super fashion, nota-se que houve um grande cuidado colocado no detalhe e que aquele é um conjunto pronto para fazer sucesso junto de qualquer população prisional», analisou, em exclusivo para o Jornal do Fundinho, o estilista Armindo Antunes, também conhecido como ‘O Estripador da Damaia’.

Renato Seabra mais próximo do sonho [foto E. Calhau]

Antunes debruçou-se ainda sobre o trabalho de Renato Seabra: «Gostei muito da forma como ele desfilou, e da forma como meteu a camisola por dentro das calças de fato de treino, a dar um ar de maturruano que pode vir a ser o grande grito da moda durante o seu julgamento». O designer de moda e rasgador de ventres assinalou mesmo o esforço de Seabra para contribuir para o sucesso da coleção: «Está mais magro e pálido, e esteve sempre muito acabrunhado... Nota-se que sabe vestir a personagem de um jovem com experiências homossexuais detido numa prisão norte-americana. Para ser perfeito, só lhe faltou caminhar aos solavancos e com as pernas afastadas».
A próxima audiência preliminar em que Renato Seabra voltará a desfilar está já marcada para 4 de março e pode ser decisiva para perceber se a carreira do modelo irá disparar ou estagnar. Depois de ter ficado entre os três finalistas do concurso da SIC “À Procura de um Sonho”, muitos lhe auguram agora um possível triunfo no reality-show que faz sucesso nas cadeias dos Estados Unidos: “À Procura de um Sabonete”.

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Arnaldo Midões | 0 comentário(s) |

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