Americanos acham que Phelps é uma bosta porque já tem outra vez menos medalhas que Portugal
08 agosto, 2012
Regresso aos EUA não deverá ser agradável.
O norte-americano Michael Phelps viu-se hoje no centro de todas as críticas dos seus compatriotas, depois de o segundo lugar dos canoístas Fernando Pimenta e Emanuel Silva na final de K2 1000 metros ter permitido a Portugal ultrapassar de novo o nadador no número de medalhas conquistadas em Jogos Olímpicos. «Acho que quando se vem aos Jogos, é para dar tudo. Agora, chegar aqui, dar umas braçadas e depois chega-se à última semana e tem-se menos medalhas do que Portugal... É mau demais», reagiu, em exclusivo para o Jornal do Fundinho, um tipo que encontrámos numa rua de Londres vestido de Ronald McDonald (e que foi o mais parecido com um americano que conseguimos arranjar, porque o Oguchi Onyewu é muito grande e nós temos medo de falar com ele).
O nosso Ronald mostrou-se particularmente desiludido com alguma displicência que viu na prestação de Phelps: «Temos de traçar metas que, não sendo impossíveis de alcançar, sejam ambiciosas. Eu não exijo a ninguém que ganhe mais medalhas do que um potentado desportivo, tipo a Etiópia ou o Cazaquistão... agora, menos do que Portugal, só mesmo de quem não se esforça». Admitindo que não é um profundo conhecedor da maior parte das modalidades olímpicas, Ronald não foi por isso menos duro na censura: «Eu nem sequer sabia que nadar era desporto, porque não tem bola. Agora, lá porque eu passo quatro anos a borrifar-me para estes gajos, não quer dizer que o Phelps possa chegar aqui e borrifar-se para mim ganhando só seis medalhas».
As fortes críticas de que tem sido alvo podem tornar difícil o regresso de Michael Phelps aos Estados Unidos. Dada a sua fraca cultura desportiva, é pouco provável que os norte-americanos porporcionem uma receção agradável para um atleta que só conquistou quatro títulos olímpicos em Londres e 18 no total. «O mais certo é ele não ter ninguém à espera dele no aeroporto. Ou então, ainda se arrisca a que estejam lá uma vintena de membros da Juve Leo a berrar que ele é uma vergonha», afirmou o tipo vestido de Robert McDonald, numa análise confirmada por Onyewu no Twitter (que nós não arriscámos ir perguntar-lhe pessoalmente).
O norte-americano Michael Phelps viu-se hoje no centro de todas as críticas dos seus compatriotas, depois de o segundo lugar dos canoístas Fernando Pimenta e Emanuel Silva na final de K2 1000 metros ter permitido a Portugal ultrapassar de novo o nadador no número de medalhas conquistadas em Jogos Olímpicos. «Acho que quando se vem aos Jogos, é para dar tudo. Agora, chegar aqui, dar umas braçadas e depois chega-se à última semana e tem-se menos medalhas do que Portugal... É mau demais», reagiu, em exclusivo para o Jornal do Fundinho, um tipo que encontrámos numa rua de Londres vestido de Ronald McDonald (e que foi o mais parecido com um americano que conseguimos arranjar, porque o Oguchi Onyewu é muito grande e nós temos medo de falar com ele).
O nosso Ronald mostrou-se particularmente desiludido com alguma displicência que viu na prestação de Phelps: «Temos de traçar metas que, não sendo impossíveis de alcançar, sejam ambiciosas. Eu não exijo a ninguém que ganhe mais medalhas do que um potentado desportivo, tipo a Etiópia ou o Cazaquistão... agora, menos do que Portugal, só mesmo de quem não se esforça». Admitindo que não é um profundo conhecedor da maior parte das modalidades olímpicas, Ronald não foi por isso menos duro na censura: «Eu nem sequer sabia que nadar era desporto, porque não tem bola. Agora, lá porque eu passo quatro anos a borrifar-me para estes gajos, não quer dizer que o Phelps possa chegar aqui e borrifar-se para mim ganhando só seis medalhas».
As fortes críticas de que tem sido alvo podem tornar difícil o regresso de Michael Phelps aos Estados Unidos. Dada a sua fraca cultura desportiva, é pouco provável que os norte-americanos porporcionem uma receção agradável para um atleta que só conquistou quatro títulos olímpicos em Londres e 18 no total. «O mais certo é ele não ter ninguém à espera dele no aeroporto. Ou então, ainda se arrisca a que estejam lá uma vintena de membros da Juve Leo a berrar que ele é uma vergonha», afirmou o tipo vestido de Robert McDonald, numa análise confirmada por Onyewu no Twitter (que nós não arriscámos ir perguntar-lhe pessoalmente).
Etiquetas: Desporto, Especial Londres '12
Polícia que baleou assaltante foi chamado à equipa de tiro mas não conseguiu salvar participação olímpica portuguesa
06 agosto, 2012
Convocatória falhou o alvo, literalmente.
O agente da Polícia de Segurança Pública (PSP) que, no Sábado, alvejou mortalmente um jovem envolvido num par de assaltos, foi chamado com urgência a Londres para integrar a equipa portuguesa de tiro e tentar obter uma medalha que salvasse a dececionante participação nacional nos Jogos Olímpicos. No entanto, esta convocatória de última hora acabou por se revelar um autêntico tiro no pé, expressão cujo uso neste contexto comprova a extraordinária perspicácia deste escriba.
O polícia – cujo nome permanece em segredo e que, para facilitar a vida ao leitor e não influenciar de nenhuma forma a sua opinião sobre o caso, designaremos por Rebenta Nucas – viajou de madrugada para Inglaterra e competiu de imediato nas qualificações da prova de fosso olímpico, mas não conseguiu o acesso à final. O mesmo resultado teve a sua participação na prova de tiro de carabina de três posições a 50 metros. «Foram provas cheias de novidades para mim e lidei mal com isso. Por exemplo, o alvo não estava de costas, como estou habituado», justificou Rebenta Nucas, em exclusivo para o Jornal do Fundinho.

O agente explicou ainda que solicitou ao comité organizador dos Jogos para que fossem instalados carris no local das provas, de forma a repetir as condições de obtenção do seu recorde pessoal. «Quando eles recusaram, deixei-me afetar, porque eu atiro melhor é quando tropeço... Se tropeçar, garanto que sou capaz de acertar no cachaço de um tipo, que ele nem vê o que lhe está a acontecer! Literalmente, porque está de costas», refletiu, exigindo depois que o passássemos a tratar por Justiceiro do Trambolhão ou Trôpego Implacável.
Apesar do insucesso, o agente Rebenta Nucas garantiu que já está concentrado no objetivo de participar nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, daqui por quatro anos. «Não é que tenha gostado particularmente desta experiência, mas é isso ou ter de andar com calções de banho ridículos na praia a guardar o Passos Coelho mas a fazer de conta que só estou ali por causa da água quentinha», afirmou, demonstrando que não os maus resultados não o tinham abatido (se não reparou na extraordinária perspicácia no primeiro parágrafo, aqui tem outra oportunidade).
O agente da Polícia de Segurança Pública (PSP) que, no Sábado, alvejou mortalmente um jovem envolvido num par de assaltos, foi chamado com urgência a Londres para integrar a equipa portuguesa de tiro e tentar obter uma medalha que salvasse a dececionante participação nacional nos Jogos Olímpicos. No entanto, esta convocatória de última hora acabou por se revelar um autêntico tiro no pé, expressão cujo uso neste contexto comprova a extraordinária perspicácia deste escriba.
O polícia – cujo nome permanece em segredo e que, para facilitar a vida ao leitor e não influenciar de nenhuma forma a sua opinião sobre o caso, designaremos por Rebenta Nucas – viajou de madrugada para Inglaterra e competiu de imediato nas qualificações da prova de fosso olímpico, mas não conseguiu o acesso à final. O mesmo resultado teve a sua participação na prova de tiro de carabina de três posições a 50 metros. «Foram provas cheias de novidades para mim e lidei mal com isso. Por exemplo, o alvo não estava de costas, como estou habituado», justificou Rebenta Nucas, em exclusivo para o Jornal do Fundinho.

Agente Rebenta Nucas confunde alvos [foto E. Calhau]
O agente explicou ainda que solicitou ao comité organizador dos Jogos para que fossem instalados carris no local das provas, de forma a repetir as condições de obtenção do seu recorde pessoal. «Quando eles recusaram, deixei-me afetar, porque eu atiro melhor é quando tropeço... Se tropeçar, garanto que sou capaz de acertar no cachaço de um tipo, que ele nem vê o que lhe está a acontecer! Literalmente, porque está de costas», refletiu, exigindo depois que o passássemos a tratar por Justiceiro do Trambolhão ou Trôpego Implacável.
Apesar do insucesso, o agente Rebenta Nucas garantiu que já está concentrado no objetivo de participar nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, daqui por quatro anos. «Não é que tenha gostado particularmente desta experiência, mas é isso ou ter de andar com calções de banho ridículos na praia a guardar o Passos Coelho mas a fazer de conta que só estou ali por causa da água quentinha», afirmou, demonstrando que não os maus resultados não o tinham abatido (se não reparou na extraordinária perspicácia no primeiro parágrafo, aqui tem outra oportunidade).
Etiquetas: Desporto, Especial Londres '12
Phelps caiu à piscina e morreu afogado porque tinha prometido que não voltava a nadar e era um homem de palavra
04 agosto, 2012
Nadador igualou medalhas de Portugal e agora não vai ser fácil ultrapassar-nos.
O nadador Michael Phelps morreu hoje, por afogamento, após ter caído à piscina quando festejava a vitória da equipa norte-americana na estafeta de 4x100m estilos. De acordo com diversas testemunhas, Phelps recusou nadar para salvar a vida, argumentando que já tinha afirmado que nunca mais nadaria.
«Primeiro ele disse que só tinha uma palavra e que não queria ficar conhecido como o Passos Coelho das piscinas. Depois ainda afirmou glu glu glu glu glu», relatou o colega e adversário Ryan Lochte, em rigoroso exclusivo para o Jornal do Fundinho. Em homenagem ao maior campeão da história olímpica, espectadores e restantes nadadores encheram depois a piscina de objetos significativos na vida e carreira de Phelps, como a touca com que conquistou a primeira medalha, os óculos com que ganhou a última, um Big Mac e um cachimbo de marijuana.
Michael Phelps desaparece aos 27 anos e com 22 medalhas em Jogos Olímpicos, tantas como Portugal. Desta forma, é pouco provável que o nadador de Baltimore consiga ultrapassar o nosso País nos próximos tempos, embora diversos comentadores afirmem que, com a evolução que se tem vindo a verificar no desempenho dos atletas nacionais nas últimas edições, é possível que o cadáver de Phelps consiga mais medalhas do que Portugal em 2016, no Rio de Janeiro.
O nadador Michael Phelps morreu hoje, por afogamento, após ter caído à piscina quando festejava a vitória da equipa norte-americana na estafeta de 4x100m estilos. De acordo com diversas testemunhas, Phelps recusou nadar para salvar a vida, argumentando que já tinha afirmado que nunca mais nadaria.
«Primeiro ele disse que só tinha uma palavra e que não queria ficar conhecido como o Passos Coelho das piscinas. Depois ainda afirmou glu glu glu glu glu», relatou o colega e adversário Ryan Lochte, em rigoroso exclusivo para o Jornal do Fundinho. Em homenagem ao maior campeão da história olímpica, espectadores e restantes nadadores encheram depois a piscina de objetos significativos na vida e carreira de Phelps, como a touca com que conquistou a primeira medalha, os óculos com que ganhou a última, um Big Mac e um cachimbo de marijuana.
Michael Phelps desaparece aos 27 anos e com 22 medalhas em Jogos Olímpicos, tantas como Portugal. Desta forma, é pouco provável que o nadador de Baltimore consiga ultrapassar o nosso País nos próximos tempos, embora diversos comentadores afirmem que, com a evolução que se tem vindo a verificar no desempenho dos atletas nacionais nas últimas edições, é possível que o cadáver de Phelps consiga mais medalhas do que Portugal em 2016, no Rio de Janeiro.
Etiquetas: Desporto, Especial Londres '12
Feirantes ciganos já vendem equipamentos contrafeitos a imitar os equipamentos contrafeitos da equipa olímpica do Egito
03 agosto, 2012
Nike doou equipamentos especiais aos atletas egípcios.
Apenas uma semana após uma atleta egípcia ter revelado que o Comité Olímpico do seu país forneceu equipamentos falsos aos desportistas que competem nos Jogos Olímpicos, são já um sucesso os equipamentos de contrafação que imitam aquelas peças falsificadas e que os feirantes ciganos vendem nas feiras de norte a sul de Portugal. «Ó freguês, venha ver! Eles lá em Londres usam peças com logótipos da Nike mas com fechos da Adidas, e as nossas têm o símbolo da Mike e fechos da Alidas. Isto são falsificações da melhor qualidade», berrou, em exclusivo para o Jornal do Fundinho, o comerciante gitano João Kali.

De acordo com as informações recolhidas, todos os equipamentos contrafeitos a imitar os equipamentos contrafeitos têm sido vendidos a um ritmo assinalável, se bem que não surpreendente. «De certa forma, já esperava isto, tratando-se de Portugal. Basta ver o sucesso daquele programa da TVI, “A Tua Cara Não Me É Estranha”: são imitações de artistas que, em larga medida, já imitam eles próprios outros artistas, esses sim originais. Portugal vive, afinal, numa inconsciente obsessão pós-moderna pela singularidade e pela pessoalidade», concluiu Kali, de forma surpreendentemente intelectualizada e que nos faz questionar se isto das fontes jornalísticas não será uma grande treta.
Entretanto, a Nike decidiu doar equipamentos e material desportivo para os atletas do Egito presentes em Londres, numa atitude que levou a delegação africana a emitir um comunicado de agradecimento. «Estamos gratos e reconhecidos à Nike, não só por nos oferecer estas peças, mas também por as ter desenhado de acordo com a morfologia dos egípcios, que, como toda a gente sabe, andam com os ombros e o peito para a frente e a cabeça e as pernas para o lado», pode ler-se na nota.
Apenas uma semana após uma atleta egípcia ter revelado que o Comité Olímpico do seu país forneceu equipamentos falsos aos desportistas que competem nos Jogos Olímpicos, são já um sucesso os equipamentos de contrafação que imitam aquelas peças falsificadas e que os feirantes ciganos vendem nas feiras de norte a sul de Portugal. «Ó freguês, venha ver! Eles lá em Londres usam peças com logótipos da Nike mas com fechos da Adidas, e as nossas têm o símbolo da Mike e fechos da Alidas. Isto são falsificações da melhor qualidade», berrou, em exclusivo para o Jornal do Fundinho, o comerciante gitano João Kali.

Equipamentos ainda mais falsos que os do Egito fazem sucesso [foto E. Calhau]
De acordo com as informações recolhidas, todos os equipamentos contrafeitos a imitar os equipamentos contrafeitos têm sido vendidos a um ritmo assinalável, se bem que não surpreendente. «De certa forma, já esperava isto, tratando-se de Portugal. Basta ver o sucesso daquele programa da TVI, “A Tua Cara Não Me É Estranha”: são imitações de artistas que, em larga medida, já imitam eles próprios outros artistas, esses sim originais. Portugal vive, afinal, numa inconsciente obsessão pós-moderna pela singularidade e pela pessoalidade», concluiu Kali, de forma surpreendentemente intelectualizada e que nos faz questionar se isto das fontes jornalísticas não será uma grande treta.
Entretanto, a Nike decidiu doar equipamentos e material desportivo para os atletas do Egito presentes em Londres, numa atitude que levou a delegação africana a emitir um comunicado de agradecimento. «Estamos gratos e reconhecidos à Nike, não só por nos oferecer estas peças, mas também por as ter desenhado de acordo com a morfologia dos egípcios, que, como toda a gente sabe, andam com os ombros e o peito para a frente e a cabeça e as pernas para o lado», pode ler-se na nota.
Etiquetas: Especial Londres '12, Sociedade
Telma Monteiro foi eliminada no primeiro combate mas vai pedir medalha olímpica por equivalência
31 julho, 2012
Percurso desportivo da judoca levanta dúvidas.
Apesar de ter sido eliminada dos Jogos Olímpicos logo na primeira ronda, Telma Monteiro garantiu que não se dá por vencida e que vai «sair mais forte» após esta desilusão. «Hoje mesmo vou entregar no Comité Olímpico Internacional o processo de reconhecimento das minhas medalhas noutras competições, para que me seja atribuída a medalha de ouro olímpica por equivalência», revelou a judoca portuguesa, em exclusivo para o Jornal do Fundinho.
Monteiro recusou, no entanto, a ideia de que está a ser complacente com uma certa atitude nacional em que todos têm de ser campeões olímpicos para serem respeitados. «Não ligo a títulos. Norteio a minha vida pela simplicidade da procura do ippon permanente», afirmou a atleta, garantindo ainda que «sou uma pessoa mais de fazer do que de falar, até porque no judo aquilo são tudo palavras japonesas e eu de japonês não pesco absolutamente nada».
Apesar das garantias de Telma Monteiro, são agora do conhecimento público diversos factos que colocam em causa as suas verdadeiras intenções ao pedir o reconhecimento das equivalências. Por exemplo, está a ser partilhada nas redes sociais uma fotografia de uma placa colocada no ginásio onde costuma treinar, datada de 2010, em que é apresentada como ‘Telma Monteiro, campeã olímpica 2012’. E no currículo disponibilizado pelo Comité Olímpico de Portugal antes da partida para Londres, é referida uma medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Pequim, quando a judoca não passou do 9º lugar. Monteiro já justificou ter-se tratado de um lapso.
Apesar de ter sido eliminada dos Jogos Olímpicos logo na primeira ronda, Telma Monteiro garantiu que não se dá por vencida e que vai «sair mais forte» após esta desilusão. «Hoje mesmo vou entregar no Comité Olímpico Internacional o processo de reconhecimento das minhas medalhas noutras competições, para que me seja atribuída a medalha de ouro olímpica por equivalência», revelou a judoca portuguesa, em exclusivo para o Jornal do Fundinho.
Monteiro recusou, no entanto, a ideia de que está a ser complacente com uma certa atitude nacional em que todos têm de ser campeões olímpicos para serem respeitados. «Não ligo a títulos. Norteio a minha vida pela simplicidade da procura do ippon permanente», afirmou a atleta, garantindo ainda que «sou uma pessoa mais de fazer do que de falar, até porque no judo aquilo são tudo palavras japonesas e eu de japonês não pesco absolutamente nada».
Apesar das garantias de Telma Monteiro, são agora do conhecimento público diversos factos que colocam em causa as suas verdadeiras intenções ao pedir o reconhecimento das equivalências. Por exemplo, está a ser partilhada nas redes sociais uma fotografia de uma placa colocada no ginásio onde costuma treinar, datada de 2010, em que é apresentada como ‘Telma Monteiro, campeã olímpica 2012’. E no currículo disponibilizado pelo Comité Olímpico de Portugal antes da partida para Londres, é referida uma medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Pequim, quando a judoca não passou do 9º lugar. Monteiro já justificou ter-se tratado de um lapso.
Etiquetas: Desporto, Especial Londres '12





































