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Homem só com um olho procura há quatro décadas a terra dos cegos

24 agosto, 2011

Silly season chegou ao Jornal do Fundinho mas praticamente não se deu pela diferença.

Luís Camões da Silva, um homem de 53 anos que nasceu só com um olho, revelou esta semana que há mais de quatro décadas que procura a terra dos cegos. «Toda a gente sabe que, em terra de cegos quem tem um olho é rei», explicou, em rigoroso exclusivo estival para o Jornal do Fundinho.

Camões da Silva pisca o olho para a foto [foto E. Calhau]

Apesar de a sua busca se ter revelado, até ao momento, infrutífera, o oftalmologista de Olhão garantiu que não está nos seus planos desistir: «Este é o meu sonho, mesmo sabendo que é mais difícil do que encontrar uma agulha num palheiro, e nem sequer tenho muita pressa, porque devagar se vai ao longe e mais vale tarde do que nunca. Agora, desistir é que não, que quem corre por gosto não cansa».
Apesar da confiança demonstrada, Camões da Silva negou ser um optimista. «Sou um realista: a vida está difícil é para o meu amigo Alípio Calado, que não tem boca e por isso nunca há-de ir a Roma», argumentou, confessando ter apenas um ressentimento: «não posso piscar o olho à vida, se não fico sem ver nada...»

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Arnaldo Midões | 0 comentário(s) |

Ministro da Economia desiste de ser chamado de Álvaro e quer agora que o tratem por Júlia

08 agosto, 2011

Santos Pereira quer acabar com o peso pesado do Estado.

Depois de, inicialmente, ter pedido aos jornalistas que o tratassem por Álvaro e não por ministro, o titular da pasta da Economia surpreendeu hoje ao anunciar que pretendia ser chamado de Júlia. «Chamem-me Júlia, como a Júlia Pinheiro. Porque vai ser uma tarefa digna do “Peso Pesado” o emagrecimento que eu pretendo fazer no Estado», declarou Álvaro Santos Pereira, em rigoroso exclusivo para o Jornal do Fundinho.
Confrontado com a aparente contradição entre as suas intenções e os salários elevados que auferem a sua chefe de gabinete e os seus assessores, o Álvaro, perdão, a Júlia defendeu as suas opções. «Esses meus colaboradores são como aquelas peles que ficam penduradas nos gordos depois de emagrecerem muito: todos sabemos que eles estão lá e que ficam muito mal na fotografia, mas podemos sempre escondê-los debaixo da roupa... ou, neste caso, de uma notícia bem plantada na RTP», afirmou.
Álvaro, perdão, Júlia Santos Pereira esclareceu ainda que vai passar a falar muito alto e num tom irritantemente agudo, «para que os portugueses percebam que todos temos de mudar os nossos hábitos... era isso ou tinha mesmo de começar a deixar de ir a restaurantes de luxo e a andar de autocarro». A aplicação destas medidas a outros ministérios está a ser estudada, sendo possível que, por exemplo, o ministro das Finanças passe a usar fatos garridos e óculos apalhaçados e a responder pelo nome de Vítor Goucha, como forma de se aproximar dos milhões de portugueses que, em consequência do corte no subsídio de Natal, passarão a só conseguir comprar aquela roupa de fim de saldos que já ninguém quer.

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Castro Castanheira | 0 comentário(s) |

Passos Coelho não quer que portugueses apertem o cinto porque assim não podem baixar as calças para o FMI

02 agosto, 2011

Especialistas das instituições internacionais já estão em Portugal prontos para a rambó... o trabalho.

Pedro Passos Coelho garantiu hoje que não pretende que os portugueses apertem mais o cinto, recentes que ainda estão os anúncios da criação de um imposto extraordinário sobre o subsídio de Natal e dos aumentos nos transportes públicos. «Com o cinto ainda mais apertado, vai ser difícil conseguirmos baixar as calças para a malta que nos emprestou o pilim», explicou, em exclusivo para o Jornal do Fundinho, acrescentando que, num tema relacionado, o IVA sobre a vaselina vai descer para os 2%.
Estas declarações surgem na altura em que se encontram em Portugal os peritos do Fundo Monetário Internacional (FMI), Comissão Europeia (CE) e Banco Central Europeu (BCE) que irão realizar a primeira avaliação trimestral do programa de assistência económica e financeira. Apesar disso, o Governo anunciou já que não fará, nos próximos dias, um balanço sobre esta matéria, uma vez que, de acordo com o primeiro-ministro, «eu não consigo escrever quando estou de cócoras e além disso o ministro das Finanças não vai conseguir passar-me os dados necessários porque estará com a boca ocupada noutras coisas».
A comissão tripartida do FMI, CE e BCE é constituída por 50 elementos e estará no nosso País até ao dia 12 de agosto. Serão eles que irão determinar se foram cumpridas medidas como o fim dos direitos especiais do Estado na EDP, PT e Galp, se as praias portuguesas continuam a ser um espetáculo e se a internacionalização do mercado da prostituição trouxe vantagens comparativamente aos períodos em que aconteceram as duas anteriores intervenções do FMI em Portugal.

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Eufémia Saraiva | 0 comentário(s) |

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