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Ronaldo diz que bandeiras já eram, portugueses devem apoiar a Seleção atirando pessoas ao rio

31 maio, 2012

Se for ver um jogo de Portugal, leve uma touca em vez do cachecol.

O capitão da Seleção Nacional de futebol, Cristiano Ronaldo, lançou hoje um apelo aos portugueses para que, à semelhança do acontecido no passado, se empenhem no apoio à equipa que vai disputar o Campeonato Europeu, mesmo disputando-se a prova na Polónia e na Ucrânia. Em rigoroso exclusivo para o Jornal do Fundinho, o avançado pediu aos adeptos que sejam imaginativos e não se fiquem pelas já tradicionais bandeirinhas nas janelas das casas e nos automóveis. «Isso das bandeiras já está muito visto, precisamos de incentivos novos. Já pedi para que fossem criados novos cânticos, mas o que eu gostava mesmo era que todos celebrassem os golos de Portugal atirando ao rio a pessoa que está ao seu lado».
Ronaldo revelou que ele próprio já tinha começado a ensaiar o novo festejo, na noite dos Globos de Ouro da SIC, comemorando o galardão que lhe foi atribuído (e entregue após a gala pela irmã Kátia Aveiro, depois de ela ter verificado que aquilo não era mesmo de ouro e que por isso não valia a pena vendê-lo para ficar com o dinheiro) com o lançamento ao Tejo do manequim Gonçalo Teixeira. O jogador do Real Madrid só lamentou que a equipa nacional tenha ficado em branco no jogo de preparação com a Macedónia: «Se tivéssemos marcado pelo menos um golito, tinha convidado o Messi para um copo nas docas...»
O apelo de Cristiano Ronaldo não se ficou, no entanto, pelos mergulhos para a água, tendo o futebolista sugerido várias outras formas de torcer por Portugal: «Até ao início do Europeu, os portugueses só deviam conduzir com os filhos ao colo! E durante a competição, gostava também que fizessem um logótipo humano, no Estádio Nacional, com a forma de um pirete! Tenho a certeza de que, dessa forma, a vossa força me ia ajudar muito, lá na terra da Irina». Corrigido sobre o facto de a sua namorada ser russa, e não ucraniana ou polaca, o futebolista foi claro: «És um anti-patriota de merda!»

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Manuel Feijão | 0 comentário(s) |

Trabalhadores ouviram Passos dizer que desemprego é oportunidade e desataram a despedir-se

17 maio, 2012

Primeiro-ministro contagiou os portugueses como se fosse a tuberculose.

Milhares de portugueses entregaram esta semana cartas de despedimento nas empresas e instituições onde trabalhavam e correram para os centros de emprego, não para pedir qualquer subsídio, mas precisamente para oficializar que não queriam qualquer apoio do Estado, uma vez que estar desempregado é uma sorte maravilhosa. «Ouvi o Passos Coelho dizer que o desemprego é uma grande oportunidade e percebi como tenho vivido enganado a vida toda! Agora que larguei o meu lugar de gestor numa grande multinacional e que deixei de receber o meu salário milionário, já posso finalmente... oh merda!», explicou Belmiro Amorim dos Santos, um destes novos desempregados, em exclusivo para o Jornal do Fundinho.
As declarações do primeiro-ministro, que afirmou que «o desemprego é uma oportunidade para mudar de vida», acabaram assim por se revelar verdadeiramente inspiradoras para muitos cidadãos nacionais. E não foi apenas para aqueles que desejaram que o Manuel Moura dos Santos e o Luís Jardim deixassem de debitar disparates em concursos de talentos e fossem trabalhar para as obras, uma vez que muitos outros se sentiram contagiados pela «cultura de risco» defendida pelo também líder do PSD. Ainda assim, houve quem se deixasse vencer pelo medo e se revelasse um enorme piegas incapaz de sair da sua zona de conforto, como Pedro Passos Coelho, Vítor Gaspar, Paulo Portas, José Pedro Aguiar Branco, Miguel Macedo, Paula Teixeira da Cruz, Miguel Relvas, Álvaro Santos Pereira, Assunção Cristas, Paulo Macedo, Nuno Crato e Pedro Mota Soares.
O ministro das Finanças, aliás, chegou a contradizer o chefe de Governo, afirmando que é mais difícil recuperar da situação de desemprego do que de tragédias como a morte de um familiar próximo. Passos Coelho desvalorizou, no entanto, estas palavras, argumentando que Gaspar só está assim porque sabe que, mais cedo ou mais tarde, vai ser despedido por inadaptação. O primeiro-ministro recusou ainda a observação de que a sua frase eleitoral de que era «o mais africano dos candidatos» se justificava por ele querer fazer de Portugal um país com a taxa de desemprego do Zimbabué ou da Libéria.

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Eufémia Saraiva | 0 comentário(s) |

Santos Pereira suspeito de se fazer passar por ministro da Economia

14 maio, 2012

Atos do falso ministro podem ser nulos... ainda mais nulos.

Álvaro Santos Pereira está a ser investigado por suspeitas de, no último ano, se ter feito passar por ministro da Economia de Portugal em diversas ocasiões. «Eu vi-o a prever o fim da crise em 2012 e isto mais parece mas é o fim do mundo, a anunciar uma linha ferroviária europeia que afinal não tem continuação em Espanha, a defender franchisings de pastéis de nata para salvar a economia, a proclamar para este ano o fim de feriados que só vão acabar para o ano e se o Papa deixar... isto é o pior caso de usurpação de funções de que eu tenho memória», denunciou, em exclusivo para o Jornal do Fundinho, Agostinho Caridade, o falso padre de Braga.
A desconfiança em torno de Santos Pereira começou a surgir logo após a sua tomada de posse, quando diversos outros membros do Governo foram ouvidos a repetir a frase «Álvaro quem?» As investigações, no entanto, só começaram no dia em que o alegado falso ministro pediu aos jornalistas para o tratarem apenas por Álvaro. «Isso lá pode ser, um político que não quer ser tratador por ‘sôtor’? Há presidentes de câmara que têm a primária incompleta e exigem que os chamem de ‘senhor professor’ e este tipo só quer ser Álvaro?», explicou Caridade, comparando com o seu caso pessoal: «Isso era como se eu, quando me fiz passar por padre, não tivesse tido três filhos ilegítimos... Ninguém acreditaria em mim!»

Luiza e Álvaro, que estavam no Canadá [foto E. Calhau]

Tendo-se apresentado como doutorado pela Simon Fraser University, de Vancouver, Santos Pereira terá conseguido que ninguém verificasse as suas habilitações mostrando diversas fotografias que tirou com a Luiza, que está no Canadá. O seu ar bonacheirão, as suas tiradas que faziam com que as notícias praticamente se escrevessem sozinhas e o facto de trabalhar ser uma coisa que cansa contribuíram para que também nenhum jornalista o tenha reconhecido como burlão.
Caso se confirme que Álvaro Santos Pereira se fez passar, de facto, por ministro da Economia, os partidos da oposição deverão pedir a nulidade dos seus atos, pelo que seria imperioso obter a reação de um constitucionalista respeitado. No entanto, como estávamos ao pé de Agostinho Caridade, optámos por pedir-lhe que se fizesse passar por um. «Resulta claro da Constituição que tudo o que seja fruto da ação de um falso ministro não tem validade. Por sorte, em quase doze meses, o Santos Pereira não fez nada», clarificou o nosso reputado especialista.

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Eufémia Saraiva | 0 comentário(s) |

Portugueses que aproveitaram promoção do Pingo Doce já estão a comer caldeirada de Maltesers e a limpar o rabo a papel de parede

08 maio, 2012

Produtos ‘voaram’ das prateleiras e provocaram alterações na vida familiar.

Os milhares de portugueses que aproveitaram a campanha do Pingo Doce no 1.º de Maio – com descontos de 50% em compras acima dos 100 Euros – já estão a sentir dificuldades em gerir o seu dia a dia, nomeadamente ao nível das refeições e das tarefas domésticas. «Quando cheguei ao supermercado, no dia dos descontos, já não havia peixe, mas pelo menos ainda consegui encher o carrinho com chocolates e bolachas. E foi o que me valeu, porque como gastei o dinheiro todo das compras de três meses, até ao final de julho vamos andar a comer caldeirada de Maltesers e Kit Kat à Gomes de Sá», revelou Maria Ermelinda, habitual cliente da cadeia de distribuição holandesa que opera em Portugal, em exclusivo para o Jornal do Fundinho.
Mas a vida familiar não foi alterada apenas na alimentação, como explicou esta dona de casa: «Já há quatro dias que andamos a limpar o rabo a papel de parede. E só dou graças a Deus por ter conseguido comprar este que não é autocolante... Mas olhe, graças a isto tudo, acabei por descobrir que o WC Pato é um excelente elixir anti-cáries». Experiências semelhantes estão a ter muitos outros portugueses que não conseguiram comprar tudo o que pretendiam no Pingo Doce, mas que tiveram de encher o carrinho na mesma para fazer os 100 Euros. Maria Ermelinda tem vizinhas que, por exemplo, «têm lavado a louça com Favaios e outras que, para esquecer, bebem vodka com Fairy».
Para evitar este tipo de situações no futuro, Maria Ermelinda garantiu já ter pensado numa estratégia a aplicar na próxima promoção do Pingo Doce. «Vou logo a correr para o marisco e para os enchidos, senão ainda acabo a comer arroz de línguas de gato e feijoada de tremoços até ao fim do ano», revelou. Até lá, no entanto, Maria Ermelinda pode contar com uma ajuda para gerir, pelo menos, as refeições em sua casa: só na última semana, Miguel Sousa Tavares e Clara de Sousa lançaram, cada um, dois livros de receitas improváveis, em edições do Clube do Livro SIC.

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Arnaldo Midões | 0 comentário(s) |

Franceses esperam que Hollande reduza austeridade, europeus só esperam que os franceses tomem banho mais vezes

07 maio, 2012

Novo presidente francês não promete o impossível.

O socialista François Hollande venceu ontem as eleições presidenciais em França, deixando agora os franceses na expectativa de que ele possa cumprir as promessas eleitorais e suavizar as políticas de austeridade. No resto da Europa, no entanto, a esperança não vai tão longe e limita-se a desejar que os franceses passem a tomar banho mais vezes por semana. «Agradeço a confiança dos meus concidadãos e, em particular, dos europeus, mas quero lembrar que sou apenas uma pessoa. Reduzir a austeridade, e mesmo resolver a crise internacional, isso ainda vá, agora fazer com que os franceses se lavem... vamos ter calma», reagiu o novo Presidente, em rigoroso exclusivo para o Jornal do Fundinho.

Franceses não fedem, diria Hollande se não estivesse a suster a respiração [foto E. Calhau]

Apesar da evidente tentativa de baixar a pressão sobre o seu desempenho, Hollande não deixou de anunciar as medidas prioritárias para corresponder à confiança que a Europa parece depositar em si. «Vamos começar por fazer tudo o que pudermos para resolver o problema do aquecimento global: quanto mais chover, mais probabilidades há de os franceses tomarem banho. É mais provável, aliás, conseguir parar o degelo dos polos do que convencer um francês de que passar água pelo corpo pelo menos duas vezes por mês não gasta a pele», afirmou o candidato eleito, que ainda desdramatizou a alegada falta de higiene dos seus compatriotas recorrendo ao seu caso pessoal: «Os povos europeus também não devem exagerar nessa questão de não tomarmos banho... Ainda ontem eu desequilibrei-me e caí ao Sena e pronto, foi o terceiro banho desde que comecei a campanha eleitoral».
A vitória de François Hollande poderá, de acordo com alguns comentadores portugueses e de outras pessoas com análises mais competentes, como a do primo de uma vizinha minha que é canalizador e tem um tio em França que trabalha nas obras e cuja mulher faz a ménage em três apartamentos, dar aos líderes dos países em dificuldade do sul da Europa um novo aliado contra a austeridade rigorosa imposta pela Alemanha. Por saber estará ainda se ele poderá ser também uma ajuda para aquelas pessoas que acham altamente inestéticas as mulheres que não fazem a depilação das axilas.

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Pinto da Cruz | 0 comentário(s) |

Idosos e crianças exigem ficar em capoeiras porque a Comissão Europeia não deixa o Mota Soares aumentar a lotação

03 maio, 2012

Cristas e Durão não comentam.

Grupos de idosos e de crianças estiveram juntos esta manhã numa manifestação no Ministério da Agricultura, exigindo a sua imediata transferência para gaiolas de galinhas poedeiras, assim que estas tenham as suas condições melhoradas de acordo com as indicações da Comissão Europeia. «Nas capoeiras não mexe o Mota Soares, que a Europa não deixa! Às galinhas poedeiras tem de ser dado espaço para fazer ninho, esgravatar e empoleirar-se... Eu também preciso de espaço para fazer isso tudo, que aqui no lar ainda há umas velhotas jeitosas», vociferou, em exclusivo para o Jornal do Fundinho, José Macedo, um idoso escolhido por nós ao acaso entre os poucos que tinham a placa dos dentes bem presa.

Avós e netos querem capoeiras e dizem 'Esta foto não é o que parece' [foto E. Calhau]

O principal alvo dos manifestantes foi a política do ministro da Solidariedade e Segurança Social de aumentar as lotações dos lares e jardins de infância, como explicou ainda Macedo: «Desde que começaram a ser aplicadas as novas regras, e para ter os outros 79 velhotes que partilham o quarto comigo todos na cama às 10 da noite, passei a ter de me deitar com as galinhas... Ora porra, para isso estou melhor a fazê-lo literalmente». O ancião referiu ainda o caso do seu neto de 4 anos, que tem tantas crianças na sua sala que «tem de andar como quem está a pisar ovos», lamentando depois «não me lembrar de mais expressões populares relacionadas com os galináceos para poder continuar a dar exemplos».
Nem a ministra Assunção Cristas nem Durão Barroso, presidente da Comissão Europeia estiveram disponíveis para comentar as reivindicações, mas vários especialistas defendem que, caso não seja permitida a ocupação de gaiolas, poderemos estar perante a necessidade de abater cerca de três milhões de crianças e idosos. O ministro das Finanças terá, no entanto, sugerido que não seria necessário gastar dinheiro com munições, bastando continuar a cortar nos abonos e nas reformas e esperar que eles morram de fome.

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Arnaldo Midões | 0 comentário(s) |

Celebração do 1.º de Maio em Portugal foi um sucesso exceto fora dos supermercados Pingo Doce

01 maio, 2012

Manifestações por todo o mundo, de Telheiras a Ouagadougou.

Os portugueses aderiram este ano em massa ao Dia do Trabalhador, em particular à celebração organizada para os seus funcionários pelo Pingo Doce, que levou a cabo uma promoção de descontos de 50% em compras acima dos 100 Euros. No exterior dos supermercados da Jerónimo Martins é que a adesão foi bastante mais frouxa, facto que, no entanto, foi desvalorizado por Arménio Carlos, em exclusivo para o Jornal do Fundinho: «É verdade que, em comparação, esteve muito menos gente na nossa manifestação, mas isso até foi bom porque assim ainda pude sair mais cedo e ainda fui a tempo de apanhar cinco packs de iogurtes de piña colada e três caixas de pizza quatro estações no Pingo Doce de Telheiras».

Portugueses festejaram 1.º de Maio no Pingo Doce [foto E. Calhau]

O líder da CGTP não hesitou mesmo em comparar as comemorações de hoje com o mítico primeiro Dia do Trabalhador após a revolução de 25 de abril: «Este foi muito melhor, porque hoje deram-me metade daquilo que eu comprei, enquanto que em 1974 não só não ganhei nada como ainda perdi um isqueiro com a cara do Álvaro Cunhal». Arménio Carlos agradeceu ainda à Jerónimo Martins «o empenho manifestado em celebrar o 1.º de Maio de forma tão festiva» e recusou alinhar no lado dos que criticaram a empresa proprietária do Pingo Doce por não permitir aos seus trabalhadores celebrarem aquele que consideram ser o seu dia: «Não vamos agora também entrar em demagogias... Vocês sabem quanto é que ganha um funcionário do Pingo Doce? Eles só terão um dia deles quando houver o Dia do Servo da Gleba!»
Mas não foi só em Portugal que o Dia do Trabalhador foi assinalado, registando-se por todo o mundo diversas iniciativas com grande participação, tendo uma das maiores sido organizada na Grécia. No Burkina Faso, o 1.º de Maio foi marcado pela intenção de uma cadeia de supermercados de permanecer aberta para levar a cabo uma grande promoção, ideia que foi no entanto proibida pelo Governo após ter sido considerada uma manobra terceiro-mundista.

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Arnaldo Midões | 0 comentário(s) |

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