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Homem que nos anos 90 não queria meter iguana na cabeça obrigado pela crise a enfiá-la agora no cu

27 abril, 2011

Concurso “Agora ou Nunca” vai regressar.

O participante do concurso “Agora ou Nunca” – transmitido pela SIC entre 1996 e 1998 – que se tornou famoso por ter deixado que lhe colocassem uma iguana na cabeça aos gritos de «Ponha, ponha, ponha!», em troca de 325 mil escudos (cerca de 1600 Euros), anunciou hoje que, em resultado da crise que Portugal atravessa, está disposto a deixar que lhe metam o mesmo bicho no cu por uns meros 50 Euros. «Continuo a ter pavor de iguanas e outros bichos do género, mas tenho ainda mais medo do FMI, do Sócrates e do Passos Coelho», explicou João Muge, em exclusivo para o Jornal do Fundinho.

Jorge Gabriel volta a meter a iguana [foto E. Calhau]

O ex-concorrente do programa apresentado por Jorge Gabriel reconheceu, no entanto, que a nova ‘façanha’ lhe seria menos custosa do que a inicial: «Estou muito habituado a que me enfiem coisas pelo traseiro. Só nos últimos tempos, desde o défice que era baixo e agora afinal é altíssimo, até ao IRS que ia receber um grande reembolso mas afinal era o simulador que estava avariado... olhe, já tenho o buraco do dito praticamente anestesiado». Muge admitiu também que é a sua débil situação económica que o força a considerar voltar a estar em contacto íntimo com répteis. «Com os 300 contos que ganhei no “Agora ou Nunca” ainda vivi bem durante uns anos, porque investi no BPN e aquilo era só dinheiro a jorrar. Mas depois a coisa começou a correr mal... Se pelo menos eu tivesse tido a sorte do senhor Presidente da República, que tirou o dinheiro dele mesmo a tempo... É que foi mesmo sorte, que uma pessoa com a inatacável formação moral dele, se soubesse de algum cambalacho, de certeza que o tinha denunciado», afirmou.
A sugestão de João Muge levou, entretanto, os responsáveis da SIC a prepararem uma nova edição do concurso “Agora ou Nunca”, em que, tal como na versão original, os portugueses serão confrontados com as suas fobias. Confirmadas estão já as presenças de Passos Coelho, que será desafiado a deixar a esposa falar, José Sócrates, que terá de ser filmado durante 15 minutos a olhar para o lado em que fica pior, e Cavaco Silva, que viverá durante um mês com a reforma da sua pobre mulher ex-professora.

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Lucília Gralha | 0 comentário(s) |

FMI vai ficar com parte do esperma que Maternidade Alfredo da Costa quer cobrar

20 abril, 2011

Especialistas portugueses do setor foram hoje ouvidos.

Depois de se ter sabido que a Maternidade Alfredo da Costa vai iniciar brevemente tratamentos de infertilidade em que o sémen utilizado terá de ser pago, a comissão tripartida que estuda o resgate financeiro de Portugal fez saber que, no âmbito das medidas de austeridade que serão aplicadas, metade dos fluidos recolhidos terão de ser depositados nos cofres do Fundo Monetário Internacional (FMI). «Os portugueses têm de perceber que todos os sacrifícios serão poucos. Eu compreendo que é difícil admitir que terão de ser chupados até ao tutano... Bem, chupar talvez não seja a melhor das palavras quando se está a falar de esperma», declarou hoje o negociador Poul Thomsen, em rigoroso exclusivo para o Jornal do Fundinho.
Esta imposição da missão externa, a primeira a ser conhecida desde que os seus membros chegaram ao nosso País, surgiu após uma alteração à maratona de encontros prevista para hoje. Assim, em vez de reunir apenas com as confederações patronais, os economistas do FMI, Banco Central Europeu e Comissão Europeia estiveram também com Zezé Camarinha e Cristiano Ronaldo. Thomsen explicou no final que «foi muito importante para nós podermos saber a opinião dos dois maiores produtores de esperma portugueses».
Apesar de parco em declarações, o chefe da equipa de peritos internacionais fez questão de deixar uma palavra de «profunda admiração» para com o povo português. «Depois de vermos o estado em que está o vosso País, consideramos admirável que vocês ainda não tenham perdido a vontade de produzir esperma», concluiu Poul Thomsen.

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Eufémia Saraiva | 0 comentário(s) |

Representantes do FMI em Portugal em 1977 e 1983 já praxaram elementos da nova comitiva

12 abril, 2011

Comissão de resgate já terá iniciado reuniões com o Governo.

Os técnicos do Fundo Monetário Internacional (FMI), Banco Central Europeu (BCE) e Comissão Europeia, que vão analisar a situação da economia portuguesa para determinar o valor exato da assistência financeira pedida pelo Governo, começaram hoje o seu trabalho mas já estão desde ontem em Lisboa. A chegada antecipada teve como objetivo permitir que os caloiros fossem praxados, como é da tradição, pelos doutores das turmas de 1977 e 1983 das intervenções do FMI em Portugal.
«Foi espetacular! Andámos ali na zona do Terreiro do Paço a gritar “Aqui vai o FMI, chegámos agora aqui para cortar tudo rente! É a malta do caralho, a quem tem o maior vergalho e vai foder toda a gente!” Adorei», relatou Poul Thomsen, em exclusivo para o Jornal do Fundinho. O negociador dinamarquês, que chefia a missão, contou também que a praxe teve início ainda no Aeroporto da Portela, com os veteranos a receberem os seus sucessores com gritos de «E esta merda é toda nossa, olé, olé!»

Poul Thomsen já foi praxado [foto E. Calhau]

Mas nem todos os elementos da delegação tripartida FMI/BCE/Comissão Europeia partilharam do mesmo entusiasmo, com alguns a queixarem-se mesmo de abusos. «Houve situações mais fortes, nomeadamente as de cariz sexual... mas piadas e brincadeiras em torno da genitália são normais quando temos um grupo de homens que se junta para cortar os tomates a um país», argumentou Thomsen, reconhecendo, no entanto, «que obrigar os caloiros a meter a mão em bosta de vaca pode ter alguma piada, mas obrigá-los a apertar a mão ao José Sócrates e ao Teixeira dos Santos é, de facto, violência gratuita».
As reuniões da comissão de resgate com os responsáveis pelas Finanças nacionais começaram ao início da tarde de hoje, mas existem rumores de se ter tratado de uma reunião-fantasma, organizada pela trupe do Governo de 1983, liderada por Mário Soares. Ainda assim, espera-se que a partida praxista não coloque em causa o calendário definido: no final de maio deverá chegar a primeira tranche de ajuda a Portugal, em junho entra em ação o programa de três anos e em julho Portugal torna-se subitamente num dos países mais ricos do mundo após a tomada de posse de Vale e Azevedo como ministro das Finanças.

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Eufémia Saraiva | 0 comentário(s) |

Sócrates disse aos especialistas do FMI para aterrarem no Aeroporto de Alcochete

11 abril, 2011

Portugueses mobilizam-se para receber especialistas estrangeiros.

É esperada amanhã em Portugal a equipa de especialistas que vai discutir com os responsáveis do Ministério das Finanças os pormenores do plano de resgate financeiro de Portugal. No entanto, e apesar de o pedido de ajuda ter partido do próprio Governo, o primeiro-ministro não parece disposto a facilitar a vida aos elementos do Fundo Monetário Internacional (FMI). «Ele disse-nos para optarmos pelo Aeroporto de Alcochete e até nos mandou um mapa sobre como chegar ao Palácio de São Bento, mas fui ao Google Maps e aquilo pareceu-me um verdadeiro deserto», revelou, em exclusivo ao Jornal do Fundinho, James Lurcher, economista do FMI.
De acordo com fonte bem colocada, nomeadamente a Fonte Luminosa da Praça do Império, que está só a cinco minutos a pé do Palácio de Belém, também Cavaco Silva está preocupado com a possibilidade de José Sócrates vir a dificultar a missão do FMI. Lurcher confirma: «O Presidente da República telefonou-nos a perguntar se estava tudo a correr bem, mas de repente começou a chorar e a dizer que Portugal ia ficar ainda pior do que tinha acontecido nos últimos anos do Governo dele... foi depois de eu lhe dizer que quem nos ia receber à chegada era o Mário Lino». Mesmo assim, Cavaco tranquilizou os especialistas internacionais, garantindo-lhes que o líder do Executivo que sairá das próximas eleições legislativas não deixará de colaborar intensamente com a equipa. «Perguntei-lhe se tinha a certeza de que o Passos Coelho está disponível, e ele disse que esse ia ser só primeiro-ministro, mas que o Paulo Portas de certeza que não nos ia levantar problemas», conta James Lurcher.
A entrada do FMI em Portugal, como parte de uma solução que envolve ainda a Comissão Europeia e o Banco Central Europeu, está cada vez mais iminente, após o pedido de resgate financeiro feito pelo Governo. Apesar de a medida dividir os portugueses, alguns grupos disponibilizaram-se já para tornar mais agradável a presença dos economistas do Fundo no nosso País. Um desses grupos é encabeçado por José Mário Branco, que garante precisar apenas de uma moca de Rio Maior para proporcionar uns dias inesquecíveis aos membros das diversas equipas que nos deverão visitar.

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Castro Castanheira | 0 comentário(s) |

Cavaco corrige de novo: Não é FMI, é FEEF, e portugueses não estão lixados, estão fod****

08 abril, 2011

Presidente não comenta pedido de ajuda porque tem outra prioridade.

Depois de, na passada semana, ter afirmado que é errado falar-se no Fundo Monetário Internacional (FMI) e aconselhado os jornalistas a referir antes o Fundo Europeu de Estabilização Financeira (FEEF), Cavaco Silva voltou hoje a usar os seus reconhecidos méritos de economista de exceção para explicar, em rigoroso exclusivo para o Jornal do Fundinho, que «ao contrário do que se tem dito, os portugueses não têm a vida lixada, eles estão é completamente fod****».
O Presidente da República continuou a recusar, no entanto, comentar o pedido de ajuda externa feito pelo Governo português à Comissão Europeia. Num intervalo entre sessões do encontro dos chefes de Estado sem poderes executivos que integram o Grupo de Arraiolos, disse apenas: «Agora não. O ponto de Arraiolos é muito complicado e eu ainda nem vou a meio do meu tapete. O Presidente da Letónia já quase acabou o dele e a minha prioridade é não passar pela vergonha de ser o último».
O encontro informal em que Cavaco participa acontece a poucas dezenas de quilómetros da reunião do Econfin, que junta os ministros das Finanças dos Estados-membros da União Europeia e está a ser dominada pelo resgate da economia nacional e pelas rendas de bilros.

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Eufémia Saraiva | 0 comentário(s) |

Benfica apagou as luzes por engano e depois estava muito escuro para encontrar o interruptor

03 abril, 2011

Vieira já sabe como recuperar título de campeão.

As luzes do Estádio da Luz foram hoje apagadas quando os jogadores do FC Porto festejavam o título em pleno relvado, mas os dirigentes benfiquistas garantiram que tal aconteceu sem intenção. Foi o próprio Luís Filipe Vieira quem explicou o que aconteceu, em exclusivo para o Jornal do Fundinho: «Fui eu que me equivoquiei e desliguei a eletricidade, porque estava convencido que ser a Hora do Planeta, e depois ficou muito escuro e já não conseguir encontrar o interruptor para a voltar a ligar... Se isto é uma desculpa parva? Não! Desculpa parva vou eu ter de arranjar para justificarem os oito milhões de Euros que demos pelo Roberto».

Jogadores do FC Porto festejam na Luz [foto E. Calhau]

Vieira justificou depois o facto de também o sistema de rega ter sido ligado aquando da celebração portista: «Estáramos preocupados com a segurança do FC Porto no regresso a casa e como ser muito normal nos festejos desportivos os banhos de champanhe, quisemos ajudá-los a ficarem molhados, mas sem ficarem bêbedos. Não precisem agradecerem». O presidente do Benfica garantiu ainda não ter ficado incomodado com a festa do clube azul e branco: «Pelo contrário! Fico sempre feliz quando os clubes dos quais eu ser sócio serem campeães».
O FC Porto conquistou hoje, em pleno Estádio da Luz, o seu vigésimo quinto campeonato nacional, ao vencer o Benfica, anterior detentor do título, por 2-1, com golos do guarda-redes Roberto (na própria baliza) e Hulk. Luís Filipe Vieira garantiu, entretanto, que já tem a estratégia definida para recuperar o título na próxima temporada: «Vamos ter cinco stewards que vão provocar o Roberto no túnel».

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Manuel Feijão | 0 comentário(s) |

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