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Ordem dos Falsos Médicos quer acabar com flagelo dos médicos verdadeiros

14 junho, 2010

Vão ser apresentadas 150 queixas, que poderão ser apenas a ponta do icebergue.

O número de médicos com curso tirado e condições para exercer a profissão é cada vez maior em Portugal, revelou hoje a Ordem dos Falsos Médicos, apelando a uma consciencialização de toda a sociedade em relação a este problema. «Detetámos casos incríveis, desde um patologista que conseguiu uma licença só porque concluiu com média de 19 um curso de cinco anos na Faculdade de Medicina de Coimbra e no fim fez um estágio nos Hospitais da Universidade, a uma senhora que tirou um doutoramento na Harvard Medical School e, só porque mostrou uma extraordinária capacidade enquanto clínica e investigadora, decidiu dedicar-se a esta área», relatou o bastonário Severino Mata, em exclusivo para o Jornal do Fundinho.
O responsável pela Ordem dos Falsos Médicos revelou ainda que vão ser entregues ao Ministério Público queixas por mais de 150 casos de exercício absolutamente legal da medicina, bem como por diversas situações de prática completamente legítima da profissão em instituições ligadas ao Estado. Mata é categórico: «Como estas pessoas têm toda a formação adequada, acham que é através da ciência que se consegue chegar a algum lado... Isto é gravíssimo, porque há doentes que ficam a achar, por exemplo, que a sida não tem cura, quando um primo meu que é eletricista cura sidosos há mais de sete anos, usando apenas dois transformadores de 60W, um interruptor diferencial e uma armadura com difusor de alumínio».
Mas os casos que vão ser denunciados constituem apenas, de acordo com o bastonário, uma parte do problema: «Estimamos que existam cerca de 35 mil pessoas a exercer legalmente a profissão. Em termos de número de horas de prática autorizada da medicina a que os portugueses estão expostos, é um número avassalador, se tivermos em conta que um médico, descontando as pausas para o café, chega a trabalhar uns bons 45 minutos por dia». Mata explicou também que os dados compilados até ao momento carecem ainda de fiscalização, resultando apenas de queixas do público em geral. «Ainda assim há muitas situações que nos permitem olhar com otimismo para o futuro, pois milhares de cidadãos que recorreram a médicos devidamente credenciados afirmam que nem por isso deixaram de ser tratados por verdadeiros carroceiros», acrescentou.
Severino Mata lamentou não ter a oportunidade de aprofundar a sua análise sobre o tema, mas precisava de voltar para a garagem automóvel de que é proprietário por ter «uma marcação para as 5 da tarde de uma substituição de um filtro de ar a uma doente com cancro do pulmão e antes ainda precisar de mudar o óleo a um tipo com psoríase». Ainda assim, adiantou que, para a Ordem dos Falsos Médicos, a situação só pode ser resolvida com a alteração do estatuto dos médicos, permitindo aumentar a ilegalidade do exercício da profissão e encerrar espaços com todas as condições para a prestação de cuidados de saúde. «É indispensável que, para que isso possa acontecer, seja escolhido um ministro da Saúde que perceba mesmo do setor. E é claro que ninguém percebe mais de medicina do que o Padre Fontes», defendeu o bastonário.

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Arnaldo Midões

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