Homens portugueses gostaram muito do novo hino contra a violência doméstica porque tem um ritmo mesmo bom para dar uma tareia à mulher
13 março, 2015
Canções continuam a mudar o mundo.
Uma semana após o lançamento, "Cansada", o novo hino anti-violência doméstica da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), já é um enorme sucesso entre os homens portugueses. «A coisa parece não ter grande potencial para a cacetada, porque começa assim de forma arrastada e até um bocado panisga, mas depois ganha aquele ritmo épico que é até muito bom para dar um arraial de porrada a uma gaja. Eu sei, porque já experimentei na minha», confirmou, em exclusivo para o Jornal do Fundinho, José Calhau, campino do Ribatejo e presidente da Associação dos Portugueses Defensores dos Bons Costumes.

Com letra e música do visivelmente sensível Rodrigo Guedes de Carvalho e interpretação de seis grandes nomes da música nacional no feminino (mais a Cuca Roseta e a Marta Hugon), "Cansada" tem vindo a cumprir o seu objetivo de despertar consciências e modificar comportamentos, em particular nos abusadores. Calhau confirma: «É verdade que a cançoneta me modificou. Nunca mais bati na minha mulher sem música».
De acordo com os críticos, "Cansada" inscreve-se na tradição das canções de consciencialização social que mudaram o mundo. É incerto ainda o lugar que ocupará nesse panteão, mas é já indiscutível que ombreará com temas como "Abraço a Moçambique" (que denunciava que mais preocupante do que a fome naquele país africano só mesmo o bigodito do António Sala) ou, em termos internacionais, "Do They Know It’s Christmas?" (que já acabou com a fome em África quatro vezes, duas delas durante um dia inteiro) e "We Are The World" (que introduziu Michael Jackson nas crianças, salve-seja, que isso foi depois em Neverland).
Uma semana após o lançamento, "Cansada", o novo hino anti-violência doméstica da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), já é um enorme sucesso entre os homens portugueses. «A coisa parece não ter grande potencial para a cacetada, porque começa assim de forma arrastada e até um bocado panisga, mas depois ganha aquele ritmo épico que é até muito bom para dar um arraial de porrada a uma gaja. Eu sei, porque já experimentei na minha», confirmou, em exclusivo para o Jornal do Fundinho, José Calhau, campino do Ribatejo e presidente da Associação dos Portugueses Defensores dos Bons Costumes.

Homem português não pára de ouvir "Cansada" [foto E. Calhau]
Com letra e música do visivelmente sensível Rodrigo Guedes de Carvalho e interpretação de seis grandes nomes da música nacional no feminino (mais a Cuca Roseta e a Marta Hugon), "Cansada" tem vindo a cumprir o seu objetivo de despertar consciências e modificar comportamentos, em particular nos abusadores. Calhau confirma: «É verdade que a cançoneta me modificou. Nunca mais bati na minha mulher sem música».
De acordo com os críticos, "Cansada" inscreve-se na tradição das canções de consciencialização social que mudaram o mundo. É incerto ainda o lugar que ocupará nesse panteão, mas é já indiscutível que ombreará com temas como "Abraço a Moçambique" (que denunciava que mais preocupante do que a fome naquele país africano só mesmo o bigodito do António Sala) ou, em termos internacionais, "Do They Know It’s Christmas?" (que já acabou com a fome em África quatro vezes, duas delas durante um dia inteiro) e "We Are The World" (que introduziu Michael Jackson nas crianças, salve-seja, que isso foi depois em Neverland).
Etiquetas: Sociedade