Depois de sair do Juntos Podemos, Joana Amaral Dias anunciou ontem de manhã o Agir, à tarde desfiliou-se e criou o Então Vá e à noite dissidiu para fundar o Nós Pimba
03 março, 2015
Ex-deputada bloquista está agora desaparecida.
Horas depois de se saber que Joana Amaral Dias, e outros ex-membros do Juntos Podemos, estavam a constituir um novo grupo político, sob a designação Agir, já a antiga deputada do Bloco de Esquerda se afirmava desiludida com o rumo que estava a ser seguido e anunciava a sua saída. «Acabei agora de almoçar no Eleven e acho que a igualdade de classes me caiu mal», revelou Joana, em exclusivo para o Jornal do Fundinho.
Depois de ir tomar um café ao Lapa Palace, para assentar ideias, a ativista comunicou a criação do Então Vá, que definiu como «progressista, europeísta, anti-austeridade e a favor dos spas e dos gins ao fim da tarde». A primeira reunião do movimento resultaria, no entanto, na dissidência da própria Joana Amaral Dias, que logo ao início da noite admitia a frustração das suas expetativas: «Estava tudo a correr até muito bem, o ambiente era agradável e cheio de pessoas bonitas, mas comecei a sentir falta do meu lado mais popular».

Este sentimento resultaria na formação, pelas dez da noite, do Nós Pimba, com uma base ideológica assente na habitação plena, saúde universal, rendimento assegurado, anedotas brejeiras e canções dos Diapasão. Já de madrugada, circulavam rumores sobre uma possível coligação que juntasse o Nós Pimba e o partido de Marinho e Pinto, da qual poderia resultar o programa eleitoral com mais propostas que podiam ter saído da boca de taxistas de sempre. Não se sabe, no entanto, se foi esta possibilidade que levou à ausência de Joana Amaral Dias da reunião de hoje de manhã daquele movimento. Testemunhos anónimos dão conta de que foi avistada à janela de casa, a cantarolar «Quem quer, quem quer, fazer um partido com a Joaninha, que é muito convicta e também é bonitinha?»
Horas depois de se saber que Joana Amaral Dias, e outros ex-membros do Juntos Podemos, estavam a constituir um novo grupo político, sob a designação Agir, já a antiga deputada do Bloco de Esquerda se afirmava desiludida com o rumo que estava a ser seguido e anunciava a sua saída. «Acabei agora de almoçar no Eleven e acho que a igualdade de classes me caiu mal», revelou Joana, em exclusivo para o Jornal do Fundinho.
Depois de ir tomar um café ao Lapa Palace, para assentar ideias, a ativista comunicou a criação do Então Vá, que definiu como «progressista, europeísta, anti-austeridade e a favor dos spas e dos gins ao fim da tarde». A primeira reunião do movimento resultaria, no entanto, na dissidência da própria Joana Amaral Dias, que logo ao início da noite admitia a frustração das suas expetativas: «Estava tudo a correr até muito bem, o ambiente era agradável e cheio de pessoas bonitas, mas comecei a sentir falta do meu lado mais popular».

Joana Amaral Dias aponta o único caminho [foto E. Calhau]
Este sentimento resultaria na formação, pelas dez da noite, do Nós Pimba, com uma base ideológica assente na habitação plena, saúde universal, rendimento assegurado, anedotas brejeiras e canções dos Diapasão. Já de madrugada, circulavam rumores sobre uma possível coligação que juntasse o Nós Pimba e o partido de Marinho e Pinto, da qual poderia resultar o programa eleitoral com mais propostas que podiam ter saído da boca de taxistas de sempre. Não se sabe, no entanto, se foi esta possibilidade que levou à ausência de Joana Amaral Dias da reunião de hoje de manhã daquele movimento. Testemunhos anónimos dão conta de que foi avistada à janela de casa, a cantarolar «Quem quer, quem quer, fazer um partido com a Joaninha, que é muito convicta e também é bonitinha?»
Etiquetas: Nacional