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Juncker reafirma que aprendeu português com vizinhos emigrantes e que as suas palavras preferidas são ‘pubéla’, ‘machina’ e ‘chupa, qué golo do Benfica’

11 julho, 2014

Futuro presidente da CE diz que discussão com deputado português foi «uma coneria».

Depois de, numa altercação com o eurodeputado João Ferreira, ter dito que compreendia a língua portuguesa porque tinha vizinhos emigrantes no Luxemburgo, Jean Claude Juncker explicou melhor a sua ligação com a lusofonia. «É mesmo verdade que aprendi com os meus vizinhos, porque toda a gente sabe que os portugueses falam alto para caraças. Por estar sempre a escutá-los aos berros, eu próprio passei a usar constantemente expressões como ‘pubéla’, ‘machina’, ‘isto não marcha’, ‘vamos de vacanças’, ‘acelera na autopista’ e ‘chupa, qué golo do Benfica’», revelou o candidato designado a presidente da Comissão Europeia (CE), em rigoroso exclusivo para o Jornal do Fundinho.

Juncker sabe tudo sobre Portugal [foto E. Calhau]

Apostado em demonstrar que a sua resposta ao deputado comunista não foi uma desculpa esfarrapada, Juncker fez questão de enunciar alguns autores em língua portuguesa que o marcaram: «Sempre ouvi falar dos grandes poetas, Camões, Pessoa... Mas com os meus vizinhos conheci os nomes verdadeiramente grandes, como Quim Barreiros, Nel Monteiro e, o maior de todos, Jorge Jesus». O antigo primeiro-ministro luxemburguês começou então a declamar a letra de “Chupa Teresa”, enquanto se dirigia para o seu automóvel com uma bandeirinha portuguesa no vidro da janela.

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