Paulo Portas garante que fumou mas não inalou a TSU
16 setembro, 2012
Líder do CDS faz apelo ao Governo, apesar de não serem íntimos.
Paulo Portas explicou finalmente, este domingo, a posição do seu partido sobre as alterações da Taxa Social Única (TSU) anunciadas pelo primeiro-ministro na passada semana. «Se me perguntam se me passaram a TSU para mão, passaram. Se me perguntam se eu queria, não queria. Se me perguntam se travei, não travei. Portanto, fumei mas não inalei», explicou o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, em exclusivo ao Jornal do Fundinho.

Envergando uma t-shirt com a imagem de Bill Clinton, o líder centrista explicou depois que pretendeu evitar uma crise política, apesar de reafirmar a sua discordância com a medida. «Quero que me ouçam bem: eu não tive relações com esta proposta. Estas alegações são falsas e eu tenho de voltar para o meu submarino», sublinhou.
As declarações de Paulo Portas ficaram marcadas também por diversos recados para o Governo. Para o presidente do CDS-PP, há ainda um longo caminho a percorrer até à aprovação do Orçamento do Estado para 2013: «É indispensável mostrar abertura para com os parceiros sociais e apostar na redução da despesa. Se eu estivesse no Governo, era o que eu fazia. É a altura de sermos responsáveis: políticos que estão no poder e fazem de conta que não têm culpa de nada causam-me asco!»
Paulo Portas explicou finalmente, este domingo, a posição do seu partido sobre as alterações da Taxa Social Única (TSU) anunciadas pelo primeiro-ministro na passada semana. «Se me perguntam se me passaram a TSU para mão, passaram. Se me perguntam se eu queria, não queria. Se me perguntam se travei, não travei. Portanto, fumei mas não inalei», explicou o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, em exclusivo ao Jornal do Fundinho.
Portas garante que não travou [foto E. Calhau]
Envergando uma t-shirt com a imagem de Bill Clinton, o líder centrista explicou depois que pretendeu evitar uma crise política, apesar de reafirmar a sua discordância com a medida. «Quero que me ouçam bem: eu não tive relações com esta proposta. Estas alegações são falsas e eu tenho de voltar para o meu submarino», sublinhou.
As declarações de Paulo Portas ficaram marcadas também por diversos recados para o Governo. Para o presidente do CDS-PP, há ainda um longo caminho a percorrer até à aprovação do Orçamento do Estado para 2013: «É indispensável mostrar abertura para com os parceiros sociais e apostar na redução da despesa. Se eu estivesse no Governo, era o que eu fazia. É a altura de sermos responsáveis: políticos que estão no poder e fazem de conta que não têm culpa de nada causam-me asco!»
Etiquetas: Nacional