Abandono escolar diminui drasticamente: Cavaco não fugiu de nenhuma escola no terceiro período
20 julho, 2012
Crato disposto a erradicar problema, nem que tenha de fechar as escolas todas.
O ano escolar está no fim e os responsáveis pelo setor da educação não podiam estar mais satisfeitos com os resultados do abandono escolar. «Durante todo o terceiro período, verificámos que Cavaco Silva não fugiu de nenhuma escola, ou seja, o índice de abandono presidencial foi zero, o que são ótimos resultados», revelou, em exclusivo para o Jornal do Fundinho, Nuno Crato. O ministro da Educação mostrou-se particularmente entusiasmado pela recuperação de Portugal neste indicador, uma vez que, ainda no início deste ano, o País tinha a segunda pior taxa de abandono escolar na União Europeia: «É bom não esquecer que foi em fevereiro que o Presidente da República fugiu da Escola António Arroio, o que prejudicou o nosso desempenho. Felizmente, de então para cá, a única coisa de que ele tem fugido é da realidade».

Crato não deixou também de se congratular com a ação do Governo, considerando que foram as medidas entretanto tomadas que permitiram a melhoria dos resultados. «Com o episódio da António Arroio, percebemos que uma das grandes causas do abandono escolar presidencial era o bullying», explicou o responsável, acrescentando que «com os cortes que temos feito nas escolas, o Presidente já não precisa de ter medo dos miúdos, porque não há materiais para eles fazerem coisas tão violentas como cartazes, nem têm força para gritar impropérios, porque os almoços na cantina passaram a ser espinhas de peixe com ervilha... sim, ervilha, no singular».
Já a preparar o próximo ano letivo, Nuno Crato manifestou-se confiante de que o abandono escolar presidencial será definitivamente erradicado: «Todos sabem que temos feito um esforço muito grande para que haja cada vez menos escolas abertas de onde o Cavaco possa fugir». O ministro expressou ainda a convicção de que o abandono escolar geral descerá a níveis semelhantes, até porque «tecnicamente, se um aluno faltar a uma aula para a qual não havia professor, ele não faltou a aula nenhuma...»
O ano escolar está no fim e os responsáveis pelo setor da educação não podiam estar mais satisfeitos com os resultados do abandono escolar. «Durante todo o terceiro período, verificámos que Cavaco Silva não fugiu de nenhuma escola, ou seja, o índice de abandono presidencial foi zero, o que são ótimos resultados», revelou, em exclusivo para o Jornal do Fundinho, Nuno Crato. O ministro da Educação mostrou-se particularmente entusiasmado pela recuperação de Portugal neste indicador, uma vez que, ainda no início deste ano, o País tinha a segunda pior taxa de abandono escolar na União Europeia: «É bom não esquecer que foi em fevereiro que o Presidente da República fugiu da Escola António Arroio, o que prejudicou o nosso desempenho. Felizmente, de então para cá, a única coisa de que ele tem fugido é da realidade».

Cavaco já não tem medo de ir à escola [foto E. Calhau]
Crato não deixou também de se congratular com a ação do Governo, considerando que foram as medidas entretanto tomadas que permitiram a melhoria dos resultados. «Com o episódio da António Arroio, percebemos que uma das grandes causas do abandono escolar presidencial era o bullying», explicou o responsável, acrescentando que «com os cortes que temos feito nas escolas, o Presidente já não precisa de ter medo dos miúdos, porque não há materiais para eles fazerem coisas tão violentas como cartazes, nem têm força para gritar impropérios, porque os almoços na cantina passaram a ser espinhas de peixe com ervilha... sim, ervilha, no singular».
Já a preparar o próximo ano letivo, Nuno Crato manifestou-se confiante de que o abandono escolar presidencial será definitivamente erradicado: «Todos sabem que temos feito um esforço muito grande para que haja cada vez menos escolas abertas de onde o Cavaco possa fugir». O ministro expressou ainda a convicção de que o abandono escolar geral descerá a níveis semelhantes, até porque «tecnicamente, se um aluno faltar a uma aula para a qual não havia professor, ele não faltou a aula nenhuma...»
Etiquetas: Sociedade