Cavaco começou a arrumar carros da sua comitiva para arranjar uns trocados extra
21 janeiro, 2012
Tentativas de cortar na despesa mensal não deram resultado.
Cavaco Silva, que ontem se queixou que as suas reformas – que, em valores declarados em 2009, rondam os 141 mil Euros anuais – não lhe chegam para pagar as despesas, começou hoje mesmo a tratar de resolver a questão. Numa visita à Maia, surpreendeu tudo e todos quando, após sair da sua viatura, começou a dar indicações de estacionamento aos condutores dos restantes automóveis da sua comitiva.
O Presidente da República confirmou que se tratava de uma forma de tentar ultrapassar as enormes dificuldades financeiras que a sua família está a sentir. «Tive de arranjar este biscate, que isto a vida está mal para todos, sobretudo para quem ganha mais de 10 milenas por mês», afirmou, em rigoroso exclusivo para o Jornal do Fundinho, mostrando-se, porém, ainda mais preocupado com a situação da sua mulher: «Eu tenho este gancho como arrumador, mas nem me perguntem o que é que a Maria teve de começar a fazer... Só vos digo que dá uma nova dimensão a alguns dos insultos que tenho ouvido nas últimas horas».

Apesar de ter iniciado a sua nova atividade há muito pouco tempo, Cavaco Silva mostrou-se já desiludido com a forma como as coisas estão a correr: «Há muita gente que não me dá dinheiro porque acha que vou gastá-lo todo no vício... mas eu já deixei o BPN há anos!» Ainda assim, o Presidente admite que nem tudo na experiência tem sido negativo, pois «muitas pessoas dizem que só me dão comida, o que não é mau de todo... o problema é que, não sei como, aquilo acaba sempre comigo a comer uma fatia de bolo-rei…»
Os problemas de Cavaco Silva para fazer frente à sua despesa mensal levaram-no, entretanto, a recorrer ao gabinete de apoio ao sobre-endividado da DECO. Os resultados, no entanto, também não foram satisfatórios. «Disseram-me para eu renegociar o crédito à habitação, mas eu vivo de borla numa casa que não é paga por mim... Para tentar reduzir na eletricidade e na água, mas eu vivo de borla numa casa que não é paga por mim... Para mandar desligar a televisão paga, mas eu vivo de borla numa casa que não é paga por mim... O único conselho que me deram que podia ter alguma utilidade foi cortar em despesas como os jornais, mas toda a gente sabe, desde que fui primeiro-ministro, que eu não leio nenhum», lamentou o Presidente da República, acrescentando: «Oriente-me aí uma moedita».
Cavaco Silva, que ontem se queixou que as suas reformas – que, em valores declarados em 2009, rondam os 141 mil Euros anuais – não lhe chegam para pagar as despesas, começou hoje mesmo a tratar de resolver a questão. Numa visita à Maia, surpreendeu tudo e todos quando, após sair da sua viatura, começou a dar indicações de estacionamento aos condutores dos restantes automóveis da sua comitiva.
O Presidente da República confirmou que se tratava de uma forma de tentar ultrapassar as enormes dificuldades financeiras que a sua família está a sentir. «Tive de arranjar este biscate, que isto a vida está mal para todos, sobretudo para quem ganha mais de 10 milenas por mês», afirmou, em rigoroso exclusivo para o Jornal do Fundinho, mostrando-se, porém, ainda mais preocupado com a situação da sua mulher: «Eu tenho este gancho como arrumador, mas nem me perguntem o que é que a Maria teve de começar a fazer... Só vos digo que dá uma nova dimensão a alguns dos insultos que tenho ouvido nas últimas horas».

Cavaco obrigado a ter um part-time [foto E. Calhau]
Apesar de ter iniciado a sua nova atividade há muito pouco tempo, Cavaco Silva mostrou-se já desiludido com a forma como as coisas estão a correr: «Há muita gente que não me dá dinheiro porque acha que vou gastá-lo todo no vício... mas eu já deixei o BPN há anos!» Ainda assim, o Presidente admite que nem tudo na experiência tem sido negativo, pois «muitas pessoas dizem que só me dão comida, o que não é mau de todo... o problema é que, não sei como, aquilo acaba sempre comigo a comer uma fatia de bolo-rei…»
Os problemas de Cavaco Silva para fazer frente à sua despesa mensal levaram-no, entretanto, a recorrer ao gabinete de apoio ao sobre-endividado da DECO. Os resultados, no entanto, também não foram satisfatórios. «Disseram-me para eu renegociar o crédito à habitação, mas eu vivo de borla numa casa que não é paga por mim... Para tentar reduzir na eletricidade e na água, mas eu vivo de borla numa casa que não é paga por mim... Para mandar desligar a televisão paga, mas eu vivo de borla numa casa que não é paga por mim... O único conselho que me deram que podia ter alguma utilidade foi cortar em despesas como os jornais, mas toda a gente sabe, desde que fui primeiro-ministro, que eu não leio nenhum», lamentou o Presidente da República, acrescentando: «Oriente-me aí uma moedita».
Etiquetas: Nacional