Paulo Portas procura companheiros para coligação séria
15 julho, 2010
Classificado foi hoje publicado no Diário da República e lido no Parlamento.
O líder do CDS-PP surpreendeu hoje os deputados de todos os grupos parlamentares, ao anunciar durante o debate do Estado da Nação que deseja encontrar «dois parceiros para uma relação séria, para os próximos três anos». Paulo Portas adiantou depois, em exclusivo para o Jornal do Fundinho, que não espera necessariamente encontrar «um amor para a vida, apenas dois partidos do círculo do poder decentes e sem esquerdelhices» e manifestou-se «disponível para uma coligação governamental que me dê um ministério e duas secretarias de Estado ou talvez algo mais».

No anúncio que, entretanto, fez publicar na secção de classificados do Diário da República, Portas descreve-se como um «líder partidário de 47 anos, português de gema, com uma imaculada dentadura branca, solteiro, boa onda, conservador e que gosta de dançar aquelas danças em que anda tudo em fila indiana». O dirigente centrista garante ainda aos potenciais interessados «total sigilo e lealdade, desde que não me faltem com a vichisoise». O texto continua assumindo as preferências do líder centrista: «Procuro dois partidos que queiram uma boa amizade, conversar, partilhar bons momentos e correr com o Sócrates. Mais tarde, com o evoluir da amizade e empatia, gostava de algo mais, de me comprometer com uma relação de cumplicidade, química, quem sabe uma aliança eleitoral. Tudo é possivel, dependendo somente da vontade».
A única condição imposta por Portas parece ser mesmo a de que o atual primeiro-ministro não faça parte de uma eventual ménage à trois que o envolva a ele e a Pedro Passos Coelho. «Um triângulo amoroso só com pessoas com passado social-democrata não pode resultar... Estariam sempre todos mais interessados em espetar facas nas costas uns dos outros do que em consumar a relação», explicou.
Para já, não se conhecem respostas positivas às intenções de Paulo Portas, nem do lado do PS nem do lado do PSD. Mesmo assim, o presidente do CDS-PP não desistiu de fazer um último esforço, pedindo a socialistas e sociais-democratas que não ignorem o seu profundo apelo político e ideológico: «Beijinhos doces».
O líder do CDS-PP surpreendeu hoje os deputados de todos os grupos parlamentares, ao anunciar durante o debate do Estado da Nação que deseja encontrar «dois parceiros para uma relação séria, para os próximos três anos». Paulo Portas adiantou depois, em exclusivo para o Jornal do Fundinho, que não espera necessariamente encontrar «um amor para a vida, apenas dois partidos do círculo do poder decentes e sem esquerdelhices» e manifestou-se «disponível para uma coligação governamental que me dê um ministério e duas secretarias de Estado ou talvez algo mais».

Portas fez acompanhar anúncio de foto sugestiva [foto E. Calhau]
No anúncio que, entretanto, fez publicar na secção de classificados do Diário da República, Portas descreve-se como um «líder partidário de 47 anos, português de gema, com uma imaculada dentadura branca, solteiro, boa onda, conservador e que gosta de dançar aquelas danças em que anda tudo em fila indiana». O dirigente centrista garante ainda aos potenciais interessados «total sigilo e lealdade, desde que não me faltem com a vichisoise». O texto continua assumindo as preferências do líder centrista: «Procuro dois partidos que queiram uma boa amizade, conversar, partilhar bons momentos e correr com o Sócrates. Mais tarde, com o evoluir da amizade e empatia, gostava de algo mais, de me comprometer com uma relação de cumplicidade, química, quem sabe uma aliança eleitoral. Tudo é possivel, dependendo somente da vontade».
A única condição imposta por Portas parece ser mesmo a de que o atual primeiro-ministro não faça parte de uma eventual ménage à trois que o envolva a ele e a Pedro Passos Coelho. «Um triângulo amoroso só com pessoas com passado social-democrata não pode resultar... Estariam sempre todos mais interessados em espetar facas nas costas uns dos outros do que em consumar a relação», explicou.
Para já, não se conhecem respostas positivas às intenções de Paulo Portas, nem do lado do PS nem do lado do PSD. Mesmo assim, o presidente do CDS-PP não desistiu de fazer um último esforço, pedindo a socialistas e sociais-democratas que não ignorem o seu profundo apelo político e ideológico: «Beijinhos doces».
Etiquetas: Nacional