Portas invadiu o regresso de Portugal aos mercados porque diz que não há mercado nem feira onde ele não vá
23 janeiro, 2013
Reservas de ministro não impedem satisfação de Ricardo Salgado.
O regresso de Portugal aos mercados quase era interrompido por Paulo Portas, que bateu à porta com toda a força, exigindo entrar. «Era só o que faltava, um mercado onde o Paulinho das Feiras não fosse», afirmou, em rigoroso exclusivo para o Jornal do Fundinho, o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, já depois de concretizada a invasão.

Portas revelou ainda que, apesar de a emissão de dívida pública a cinco anos ter corrido de forma positiva, ele ficou bastante desiludido com o que encontrou. «Até posso ser líder de um partido conservador, mas acho que um mercado sem ciganos a venderem camisolas da Nice, carteiras da Chamel e perfumes Hugo Box, nem é bem um mercado», explicou, depois de ajeitar a boina que, para ficar inserido no espírito do dia, comprou a crédito.
Apesar das reservas de Portas, a operação foi já elogiada por Ricardo Salgado. O presidente executivo do Banco Espírito Santo classificou o dia de hoje como uma «vitória sobre as agências de rating», enquanto fumava um charuto Cohiba Behike e bebia uma taça de champanhe Krug Clos du Ambonnay no seu recém-adquirido iate, que baptizou de “Contribuintes Lindos”.
O regresso de Portugal aos mercados quase era interrompido por Paulo Portas, que bateu à porta com toda a força, exigindo entrar. «Era só o que faltava, um mercado onde o Paulinho das Feiras não fosse», afirmou, em rigoroso exclusivo para o Jornal do Fundinho, o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, já depois de concretizada a invasão.

Portas invadindo o regresso aos mercados [foto E. Calhau]
Portas revelou ainda que, apesar de a emissão de dívida pública a cinco anos ter corrido de forma positiva, ele ficou bastante desiludido com o que encontrou. «Até posso ser líder de um partido conservador, mas acho que um mercado sem ciganos a venderem camisolas da Nice, carteiras da Chamel e perfumes Hugo Box, nem é bem um mercado», explicou, depois de ajeitar a boina que, para ficar inserido no espírito do dia, comprou a crédito.
Apesar das reservas de Portas, a operação foi já elogiada por Ricardo Salgado. O presidente executivo do Banco Espírito Santo classificou o dia de hoje como uma «vitória sobre as agências de rating», enquanto fumava um charuto Cohiba Behike e bebia uma taça de champanhe Krug Clos du Ambonnay no seu recém-adquirido iate, que baptizou de “Contribuintes Lindos”.
Etiquetas: Economia