Indiano da equipa B do Sporting não sonha passar para a formação principal porque é intocável e está habituado a não ter demasiadas ilusões
09 julho, 2012
Sistema de castas determinou transferência para Portugal.
Sunil Chhetri, o indiano que vai reforçar a equipa B do Sporting, revelou hoje que não tem qualquer ambição de subir ao plantel principal. Aliás, o atleta parece não ter qualquer ambição na própria vida, e não escrevemos isto apenas pelo facto de ter assinado pelo Sporting. «Se há coisa que nós aprendemos na nossa casta, é a não sonhar muito alto: nascemos intocáveis e havemos de morrer intocáveis... Não há maior prova de que estamos condenados a viver à margem da sociedade do que se eu lhe disser que vou ser treinado pelo Oceano», explicou o futebolista, em exclusivo para o Jornal do Fundinho.

Apesar deste peculiar olhar sobre a sua transferência, Chhetri admitiu estar entusiasmado com o novo rumo: «Disseram-me que a Liliana Aguiar namora com o Rui Patrício e eu estou mortinho para a conhecer. É que para nós, na Índia, ela é sagrada...» O avançado sportinguista também revelou estar confiante numa boa adaptação à capital portuguesa, tendo explicado que já tem algumas referências sobre locais para visitar. «Disseram-me que no Martim Moniz e na Mouraria me vou sentir em casa. E avisaram-me de que a zona do Intendente é um bocado perigosa, porque é frequentada por delinquentes e outras pessoas pouco recomendáveis, mas eu disse logo para não se preocuparem, porque não conto ir ao gabinete do António Costa», afirmou.
Mas Sunil Chhetri poderá não ser o único futebolista originário da Índia a ser transferido para o estrangeiro. Segundo revelou o próprio, a federação indiana está a tentar colocar alguns dos seus colegas em ligas mais competitivas, de acordo com critérios que, de resto, determinaram já a sua vinda para Portugal: «Os jogadores da casta brâmane, que é a mais elevada, vão para o campeonato inglês. Depois, é sempre a descer: os xátrias vão para o campeonato francês, os vaixás vão jogar para a Moldávia, os sudras para o Burundi, e os intocáveis são mandados para Portugal».
Sunil Chhetri, o indiano que vai reforçar a equipa B do Sporting, revelou hoje que não tem qualquer ambição de subir ao plantel principal. Aliás, o atleta parece não ter qualquer ambição na própria vida, e não escrevemos isto apenas pelo facto de ter assinado pelo Sporting. «Se há coisa que nós aprendemos na nossa casta, é a não sonhar muito alto: nascemos intocáveis e havemos de morrer intocáveis... Não há maior prova de que estamos condenados a viver à margem da sociedade do que se eu lhe disser que vou ser treinado pelo Oceano», explicou o futebolista, em exclusivo para o Jornal do Fundinho.

Chhetri à porta de casa [foto E. Calhau]
Apesar deste peculiar olhar sobre a sua transferência, Chhetri admitiu estar entusiasmado com o novo rumo: «Disseram-me que a Liliana Aguiar namora com o Rui Patrício e eu estou mortinho para a conhecer. É que para nós, na Índia, ela é sagrada...» O avançado sportinguista também revelou estar confiante numa boa adaptação à capital portuguesa, tendo explicado que já tem algumas referências sobre locais para visitar. «Disseram-me que no Martim Moniz e na Mouraria me vou sentir em casa. E avisaram-me de que a zona do Intendente é um bocado perigosa, porque é frequentada por delinquentes e outras pessoas pouco recomendáveis, mas eu disse logo para não se preocuparem, porque não conto ir ao gabinete do António Costa», afirmou.
Mas Sunil Chhetri poderá não ser o único futebolista originário da Índia a ser transferido para o estrangeiro. Segundo revelou o próprio, a federação indiana está a tentar colocar alguns dos seus colegas em ligas mais competitivas, de acordo com critérios que, de resto, determinaram já a sua vinda para Portugal: «Os jogadores da casta brâmane, que é a mais elevada, vão para o campeonato inglês. Depois, é sempre a descer: os xátrias vão para o campeonato francês, os vaixás vão jogar para a Moldávia, os sudras para o Burundi, e os intocáveis são mandados para Portugal».
Etiquetas: Desporto
2 comentário(s):
Quem escreveu isto é, concerteza, inculto e de muito baixo nível! Realmente o que a inveja não faz!
Caro anónimo, teria muito prazer em responder à sua opinião fundamentada com uma série de insultos avulsos. Infelizmente, nem sequer me deixou uma opinião fundamentada...
por
Anónimo, 14 julho, 2012