Utilizadores muito descontentes com versão beta do Windows 7
11 janeiro, 2009
Microsoft garante que beta não é para levar a sério.
O presidente da Microsoft, Steve Ballmer, anunciou na passada semana o lançamento da versão beta do novo sistema operativo Windows 7, mas as primeiras reacções são fortemente negativas. Carlos Cabo, entusiasta da informática e pessoa sem vida social, sintetiza algumas das críticas: «Um dos principais problemas são os relógios. Esta beta tem uns dez relógios, o que é ridículo! E depois, quando eu quero usar o processador de texto, por exemplo, o raio da beta abre-me antes o browser numa loja online de carteiras!»
A Microsoft reconhece alguns problemas com o novíssimo Windows 7, mas garante que estes são exclusivos da versão beta. Na versão final o sistema operativo já não passará o tempo todo a fazer print screens de si mesmo, os ícones deixarão de ser exclusivamente imagens da Hello Kitty e os menus não terão brilhos parvos semelhantes a purpurinas. «Garanto que todas as questões serão resolvidas. Todos sabemos que as betas são versões inferiores, só para exibir, que não servem para nada a não ser para dar nas vistas», garantiu Ballmer, em exclusivo para o Jornal do Fundinho.

Há, no entanto, quem garanta que algumas das características desta versão beta do Windows 7 se manterão. Cabo, o tipo borbulhento e sem amigos já citado no primeiro parágrafo, garante que «a beta só admite software de marca, se lhe tentamos instalar qualquer coisa open source, mesmo que seja melhor, começa logo a dar chatices... mas isso é típico de todos os produtos da Microsoft».
À versão beta agora apresentada, a empresa norte-americana deverá fazer suceder uma nova evolução, a versão pita. Basicamente, terá todas as funcionalidades da beta, mas com a característica de emitir alertas sonoros constantes para que o utilizador as use. Exibirá ainda todas as mensagens em abreviaturas incompreensíveis.
A versão final do novo sistema operativo deverá estar pronta até Janeiro de 2010, ou seja, apenas três anos depois da saída do Windows Vista, que muitas dores de cabeça tem provocado à Microsoft. No entanto, o mal-amado Vista pode vir a ter uma longevidade surpreendente caso se mantenham as debilidades do seu substituto. «Não há grande diferença entre ter um Windows que não consegue perceber uma indicação simples ou outro que está sempre a perguntar se eu tenho a certeza que eu quero fazer isto ou aquilo...», considera Carlos Cabo.
O presidente da Microsoft, Steve Ballmer, anunciou na passada semana o lançamento da versão beta do novo sistema operativo Windows 7, mas as primeiras reacções são fortemente negativas. Carlos Cabo, entusiasta da informática e pessoa sem vida social, sintetiza algumas das críticas: «Um dos principais problemas são os relógios. Esta beta tem uns dez relógios, o que é ridículo! E depois, quando eu quero usar o processador de texto, por exemplo, o raio da beta abre-me antes o browser numa loja online de carteiras!»
A Microsoft reconhece alguns problemas com o novíssimo Windows 7, mas garante que estes são exclusivos da versão beta. Na versão final o sistema operativo já não passará o tempo todo a fazer print screens de si mesmo, os ícones deixarão de ser exclusivamente imagens da Hello Kitty e os menus não terão brilhos parvos semelhantes a purpurinas. «Garanto que todas as questões serão resolvidas. Todos sabemos que as betas são versões inferiores, só para exibir, que não servem para nada a não ser para dar nas vistas», garantiu Ballmer, em exclusivo para o Jornal do Fundinho.

Ballmer apresentou versão beta do Microsoft 7 [foto E. Calhau]
Há, no entanto, quem garanta que algumas das características desta versão beta do Windows 7 se manterão. Cabo, o tipo borbulhento e sem amigos já citado no primeiro parágrafo, garante que «a beta só admite software de marca, se lhe tentamos instalar qualquer coisa open source, mesmo que seja melhor, começa logo a dar chatices... mas isso é típico de todos os produtos da Microsoft».
À versão beta agora apresentada, a empresa norte-americana deverá fazer suceder uma nova evolução, a versão pita. Basicamente, terá todas as funcionalidades da beta, mas com a característica de emitir alertas sonoros constantes para que o utilizador as use. Exibirá ainda todas as mensagens em abreviaturas incompreensíveis.
A versão final do novo sistema operativo deverá estar pronta até Janeiro de 2010, ou seja, apenas três anos depois da saída do Windows Vista, que muitas dores de cabeça tem provocado à Microsoft. No entanto, o mal-amado Vista pode vir a ter uma longevidade surpreendente caso se mantenham as debilidades do seu substituto. «Não há grande diferença entre ter um Windows que não consegue perceber uma indicação simples ou outro que está sempre a perguntar se eu tenho a certeza que eu quero fazer isto ou aquilo...», considera Carlos Cabo.
Etiquetas: Artes+Media